segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Leopardos-da-pérsia dão à luz na Rússia


Leopardos 'portugueses' dão à luz na Rússia
Progenitora com os dois filhotes
O casal de leopardos-da-pérsia, Zadig e Andrea, enviado pelo Zoo de Lisboa para a Rússia em Outubro de 2012 deu à luz duas crias num centro de reprodução do Cáucaso.

"O objetivo é que os filhotes, juntamente com os seus progenitores,
 sejam reintroduzidos no seu habitat natural para dar início a uma nova população"
O Programa de Reintrodução do Leopardo-da-Pérsia foi criado pelo Ministério dos Recursos Naturais e Ambiente da Federação Russa e visa a conservação desta subespécie, que já não existe em estado selvagem naquele país.
Ler a notícia completa
Consulte também esta notícia na BIBLIOZARCO  (Revista QUERO SABER de setembro de 2013).

domingo, 29 de setembro de 2013

Castores, águias e bisontes entre as espécies que estão a regressar à Europa

 Castores, águias e bisontes entre as espécies que estão a regressar à Europa

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Qual o parentesco entre baleia, orca («baleia assassina») e golfinho?

Ficheiro:Killerwhales jumping.jpg
Orca
   (Orcinus orca Linnaeus, 1758)


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Orcinus
Espécie: Orcinus orca




Golfinho  
(Delphinus delphis)


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Delphinus
Espécie: Delphinus delphis






Baleia boreal
  (Balaena mysticetus )

Reino: Animalia
Filo: Chordata

Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Mysticeti
Família: Balaenidae
Género: Balaena (Linnaeus, 1758).
Espécie: Balaena mysticetus (Linnaeus, 1758)







Cetacea.jpg
Ordem - Cetacea (Cetáceos)
Adaptado da Wikipédia
Para responder à questão colocada na aula, realmente, a classificação científica destes mamíferos aquáticos revela maior parentesco entre orcas e golfinhos do que entre orcas e baleias.  Saiba porquê.


domingo, 22 de setembro de 2013

Biodiversidade - Recife de corais





"Pesquisa de 704 espécies de corais ─ minúsculos pólipos com exoesqueletos rígidos, alguns dos quais formam espetaculares recifes de corais ─ revelou que aproximadamente 33 % delas estão ameaçadas de extinção com o crescente aumento de temperatura do planeta. Os principais culpados, de acordo com estudo recente publicado na Science são: o branqueamento ─ quando corais expulsam as algas que normalmente os alimentam e lhes dão cor característica ─ e o surgimento de doenças em corais enfraquecidos pelo aquecimento da água do mar. ..."


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sábado, 21 de setembro de 2013

Cientistas descobrem como voaram os primeiros pássaros

 Publicado em 20 de Setembro de 2013. (Greensavers)
Os cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, revelaram novas pistas sobre a evolução do voo dos pássaros, através de uma série de experiências baseadas em fósseis de dinossauros – em especial do microraptor.
O primeiro dinossauro descrito como tendo penas nos braços, pernas e na cauda viveu há cerca de 140 milhões de anos e tinha cinco asas. Mas o microraptor pressupõe que a evolução do voo dos pássaros passou por uma fase de quatro asas – o que representa uma etapa importante na evolução do bater de asas e planar...
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O estudo foi publicado este mês, na última edição da revista Nature Communications.


domingo, 15 de setembro de 2013

Sismo sentido nos Açores



Sismo de magnitude 2.1 na escala de Richter só foi sentido em Vila Franca do Campo (imagem do IPMA)
Sismo de magnitude 2.1 na escala de Richter só foi sentido em Vila Franca do Campo (imagem do IPMA)
"Um sismo abalou esta manhã a ilha de São Miguel, mas tratou-se de um evento "normal", disse ao Expresso a delegação local do Instituto Português do Mar e da Atmosfera."
Mariana Cabral
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sismo-sentido-nos-acores=f830543#ixzz2ez8XcMWE

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Descoberto o maior vulcão do mundo nas águas do Pacífico

Lusa/SOL
8/Set/2013


Uma equipa de cientistas norte-americanos descobriu debaixo das águas do oceano Pacífico o que considera ser o maior vulcão do mundo, do tamanho das Ilhas Britânicas, publica hoje a revista "Nature Geoscience".
O vulcão, com 310 mil quilómetros quadrados e 650 quilómetros de largura, está inativo há 140 milhões de anos, mas a sua extensão permite aos peritos avaliar a quantidade de magma que está ocultada pela crosta terrestre.

continua aqui




quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sismo abalou ligeiramente a região do Porto hoje



Sismo teve magnitude de 3.1 na escala de Richter (Imagem: EMSC)

O tremor de terra ocorreu por volta das 17h22

2013-02-13

«Parte do Norte do país registou um sismo de magnitude 3.1 a 3.2 na escala de Richter, por volta das 17h22 (hora local) e apenas durou uns segundos. O Centro Sismológico Mediterrânico Europeu refere que o abalo ocorreu a 12 quilómetros de profundidade.

O epicentro localizou-se a seis quilómetros de Paredes e foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, segundo avançou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. No entanto, sublinhou ainda que é considerado de intensidade fraca e “sem necessidade de alarme”, acrescentando que não se esperam réplicas. Nas redes sociais, são vários os utilizadores que dão conta do momento do sismo.
Minutos depois, por volta das 17h30, registou-se outro abalo nos Açores (ilha Graciosa), igualmente de intensidade baixa - com magnitude de 2.7 na escala de Richter.»

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56980&op=all

terça-feira, 26 de julho de 2011

Nova teoria para a destruição da vida marinha no final do Triásico

Metano é apontado como responsável num artigo da "Science"

CienciaHoje
2011-07-25

A extinção de metade da vida marinha na Terra ocorrida há 201 milhões de anos deveu-se à libertação de uma enorme quantidade de metano na atmosfera e não a um incremento da actividade vulcânica, segundo um artigo publicado na revista “Science”.

De acordo com o estudo, até agora o consenso da comunidade científica era que, durante esse período geológico, quando se fragmentou a Pangeia - nome dado ao continente único que, segundo a teoria da Deriva continental, existiu até há 200 milhões -, a intensa actividade vulcânica causou alterações do clima que levaram à extinção massiva de espécies marinhas.
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Trilobite “gigante” encontrada em Mação

Achado paleontológico corresponde a uma nova espécie


Uma nova espécie de trilobites foi ontem encontrada em Chão de Lopes, Mação, uma descoberta científica de relevância internacional com 445 milhões de anos, anunciou um dos responsáveis pelo achado paleontológico.

CienciaHoje
2011-07-22


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Banco de Gorringe vai ser estudado pela Oceana

Organização internacional quer investigar montanhas e canhões submarinos


2011-06-22
CienciaHoje


Banco de Gorringe está ao largo do Cabo de São Vicente

A organização internacional de conservação marinha Oceana vai estudar montanhas submarinas e a sua biodiversidade em águas portuguesas, na região do Banco de Gorringe, ao largo do cabo de São Vicente, com o apoio do Governo e cientistas portugueses.

"Com a ajuda de um robot submarino (ROV), serão documentados locais pouco explorados do Mediterrâneo e do Atlântico, como o Banco de Gorringe em Portugal", anunciou hoje a Oceana, depois da partida de Valência da embarcação que vai levar os investigadores e que deverá chegar ao Algarve na segunda-feira. Será Portimão o ponto de encontro dos cientistas, antes de entrarem no barco para iniciar a operação de investigação.
"A Oceana colaborará com o Governo português e partilhará conhecimentos com cientistas das Universidades dos Açores e do Algarve", salienta a organização. Durante dois meses, a expedição vai percorrer as águas do Atlântico português e do Mediterrâneo para estudar montanhas e canhões submarinos, ambientes que, apesar da rica biodiversidade, estão pouco explorados devido à sua profundidade e complicada orografia.
O Banco de Gorringe, "uma montanha escassamente explorada que aloja uma enorme biodiversidade", já foi estudado pelos cientistas da Oceana, em 2005, mas será agora documentada em "profundidades intermédias", explica a organização.
“As montanhas submarinas e os canhões concentram uma elevada biodiversidade”, segundo Ricardo Aguilar, director de Investigação da Oceana Europa e líder da expedição. “Proporcionam um substrato duro no qual se fixam numerosas espécies que servem de habitat e alimentação a muitos organismos e, ao mesmo tempo, geram mudanças nas correntes oceânicas e o levantamento de nutrientes que atraem espécies de interesse comercial e outras muito vulneráveis, como os cetáceos", explicou ainda.
Conhecê-los é um primeiro passo para definir medidas de protecção adequadas para a conservação da biodiversidade e que permitam também um ambiente seguro para a reprodução de espécies de interesse pesqueiro.
O Banco de Gorringe é constituído por dois montes submarinos, o Gettysburg e o Ormonde, situa-se a 120 milhas marítimas a oeste-sudoeste do Cabo de São Vicente, e tem 200 quilómetros de comprimento e 80 quilómetros de largura.

domingo, 12 de junho de 2011

Musica Italiana

Canta: Gigliola Cinquetti )




( Autores: Panzeri - Colonnello - Nisa - 1964 )

non ho l'età per amarti,
non ho l'età
per uscire sola con te.

E non avrei,
non avrei nulla da dirti,
perchè tu sai
molte più cose di me

Lascia ch'io viva
un amore romantico,
nell'attesa che venga quel giorno,
ma ora no.

Non ho l'età,
non ho l'età per amarti,
non ho l'età
per uscire sola con te.

Se tu vorrai,
se tu vorrai aspettarmi,
quel giorno avrai
tutto il mio amore per te.

Lascia ch'io viva
un amore romantico,
nell'attesa che venga quel giorno,
ma ora no.

Non ho l'età,
non ho l'età per amarti,
non ho l'età
per uscire sola con te.

Se tu vorrai,
se tu vorrai aspettarmi,
quel giorno avrai
tutto il mio amore per te.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Entre erupções vulcânicas na Festa da Ciência

Escola de Ciências da UMinho abre as portas com diferentes actividades

2011-05-12

Por Marlene Moura
O complexo pedagógico II do Campus de Gualtar encheu-se, ontem, de fumo, lava e erupções vulcânicas efusivas, explosivas e mistas. Ao segundo dia da 1ª edição da Festa da Ciência, organizada pela Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), a tarde foi dominada por 55 equipas de alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico que participaram no concurso «Vamos fazer um Vulcão», cujo objectivo foi apresentar modelos em três dimensões (3D) e demonstrarem uma erupção. Os melhores projectos – avaliados segundo a construção, materiais utilizados, aspecto estrutural e estético e erupção – receberam prémios.
"Este é um tipo de vulcanismo havaiano efusivo", explicam ao «Ciência Hoje» (CH) João Graça e Ricardo Pereira, da equipa TJ da Escola EB23 Real, ladeando um modelo construído a partir de “material totalmente reciclado”. “O motor faz girar o sumo [representativo da lava] e ela começa a derramar”, assinala o primeiro. O vulcão do grupo TJ era de papel de celofane, ligado a um dispositivo electrónico dotado de uma bateria.

Mais à frente, a equipa número 28, da Escola Secundária de Amares, decidiu representar uma actividade mista, com acendalhas e serrim para promover o fumo e os vapores. No interior do cone, os alunos de Raquel Antunes, professora de Ciências Naturais, misturaram “bicarbonato de sódio e vinagre” e a reacção produzida previa “libertar gás (dióxido de carbono), simulando o fumo expelido pelo vulcão”, referiu.
A escola já tem vindo a lançar reptos semelhantes ao público mais novo. No entanto, este ano, o nome pretende marcar uma nova tradição em Braga. Uma das pretensões, segundo Estelita Vaz, presidente da ECUM, é tornar este evento “num futuro festival”, com actividades internacionais.
“Esta ideia de componente lúdica, por detrás da ciência é muito positiva” e leva os mais pequenos a verem a ciência “de forma festiva” sem deixar que perca o sentido, contou ao CH. “Nos dias de hoje, a cultura tem forçosamente de ser completada com ciência”, sublinhou. “Queremos lembrar a intervenção da ciência no nosso dia-a-dia”.

Explicação racional




Nem sempre o caminho mais curto é o mais rápido. É possível circular numa bicicleta com rodas quadradas. Numa mala quadrangular cabem mais cubos se não estiverem alinhados. Todas estas afirmações dependem de explicações matemáticas, assegurou Teresa Malheiro, docente do Departamento de Matemática e Aplicações da ECUM.

“Um triciclo circula com rodas quadradas desde que o terreno não seja plano e que o comprimento de cada lado seja equivalente ao do arco da catenária invertida”, explicou a docente.

A exposição interactiva dedicada a esta área do raciocínio lógico e abstracto foi levada pela enchente e pela curiosidade. Uma das alunas presentes, Catarina Pereira, não desiste e garante que cabem mais cubos dentro da caixa se estes estiverem desalinhados.
Segundo a docente, os alunos do 1º ciclo mostram mais curiosidade e mais interesse nas actividades do que os do 9º ano. A matemática é ainda vista como “um bicho-de-sete-cabeças e a iniciativa pretende contrariar a ideia”. A motivação perde-se, muitas vezes, pelo caminho e segundo, Teresa Malheiro, ocorre essencialmente “na passagem para o terceiro ciclo”.
continua

Planetas que giram ao contrário

Estudo apresenta nova explicação para o fenómeno

CienciaHoje
2011-05-12
"Hot Jupiters" circulam muito próximos do seu astro centralUm artigo publicado na “Nature” aponta que alguns planetas fora do sistema solar giram no sentido contrário do das suas estrelas, o que invalida algumas teorias aceites até então sobre o assunto.
No sistema solar, em que o Sol faz uma rotação completa sobre o seu próprio eixo em 26 dias, os planetas orbitam no mesmo sentido do seu astro central. Contudo, há um ano, um grupo de astrónomos do Observatório de Genebra, na Suíça, revelou que há seis exoplanetas que orbitam em sentido contrário relativamente à rotação da sua estrela.
"Pensávamos que o nosso sistema solar era parecido com os demais do universo, mas desde o início [da descoberta de exoplanetas] observámos coisas estranhas nos sistemas extra-solares", explicou Frederic Rasio, astrofísico da Universidade de Northwestern, nos EUA, e co-autor do novo estudo.
Os investigadores da Suiça chegaram a esta conclusão depois de observar grandes planetas gasosos semelhantes a Júpiter que, por se encontrarem muito perto do seu astro central, foram baptizados de “hot Jupiters” (Júpiteres quentes). Segundo os astrónomos, um quarto destes astros giraria no sentido contrário, o que parecia “muito estranho”, visto que se encontram muito perto da estrela, sublinhou Rasio.
Para desfazer esta dúvida, a equipa da Universidade de Northwestern simulou, em computador, as órbitas de dois grandes planetas, estando um localizado muito mais perto do que o outro de uma estrela semelhante ao sol. Desta forma, as suas perturbações gravitacionais recíprocas levaram-nos a mudar de órbita. O planeta que se encontra mais perto aproximou-se progressivamente do astro central, tal como acontece com os "hot Jupiters" observados.
Isto deve-se ao efeito das marés resultante da proximidade da sua estrela. O planeta perde energia, fica mais lento e acaba por aproximar-se ainda mais. A sua órbita, que continua perturbada pelo outro planeta, pode mudar de direcção, ser contorcida ou até dar uma reviravolta completa.
Este cenário já tinha sido imaginado num sistema com duas estrelas, no qual uma delas deformava a órbita de um planeta que giraria em torno de outro. A experiência de Rasio mostrou que "a reviravolta também acontece quando o segundo planeta interage com o primeiro", o que explica que alguns planetas girem ao contrário quando os seus sistemas têm apenas uma estrela.
Didier Queloz, cientista que, juntamente com Michel Mayor, foi o primeiro a descobrir um exoplaneta a girar à volta de um planeta, sublinhou que "a noção de que todos os outros sistemas seriam parecidos com o nosso cai totalmente por terra. Somos apenas parte de um tipo de sistema solar, no meio de uma enorme diversidade de órbitas e de possibilidades".

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cientistas descobrem mecanismo que induz diferenciação entre abelha rainha e obreiras

CienciaHoje
2011-04-26
Rainha alimenta-se de geleia real ao longo de toda a vida
Fonte: http://www.animalshow.hpg.ig.com.br/curiosidade.htm

Uma larva de abelha fêmea (Apis mellifera) pode transformar-se numa obreira estéril ou numa rainha, que é duas vezes maior do que as demais e pode atingir os 25 anos. Além disso, esta tem uma evolução mais rápida e põe os ovos fecundados, que dão origem às obreiras, e os não fecundados, dos quais nascem as abelhas macho, os zangões.
Sabe-se que o dimorfismo das abelhas fêmeas, que se dividem em duas castas, não depende de diferenças genéticas, mas que está relacionado com a ingestão da geleia real, embora não se conhecessem, até então, o ingrediente activo e os mecanismos que regulam esta diferenciação.
Um estudo publicado na “Nature” revela agora que uma das proteínas da geleia real, designada por "royalactin" em inglês, é o composto activo que transforma uma larva de abelha em rainha. A geleia real é uma substância segregada pelas obreiras entre os cinco e 15 dias, após o consumo de pólen e mel. Serve de alimento a todas as larvas de abelhas, mas, na idade adulta, é exclusivo da rainha.
Masaki Kamakura, investigador da Universidade de Toyama, no Japão, dirigiu a equipa de investigadores que fez a descoberta relatada na "Nature". Através de experiências com moscas da fruta (Drosophila melanogaster), os cientistas conseguiram verificar que a proteína "royalactin" activa processos responsáveis pelo aumento do tamanho do corpo da abelha rainha e pela aceleração do seu desenvolvimento.
Estes foram produzidos nas moscas da fruta que se alimentaram de geleia real, adquirindo assim algumas características das abelhas rainha. Para além de crescerem mais, tornaram-se mais férteis e viveram mais tempo.

domingo, 17 de abril de 2011

Académicos querem mudar nome científico de novas espécies

Nomenclatura deverá assentar na procura de relações de ancestralidade comum



CienciaHoje
2011-04-15

Actual divisão de espécies tem nomes latinos.
Um grupo de académicos da Universidade Yale e do Instituto Smithsonian defende a mudança na nomenclatura científica das espécies recém-descobertas, recorrendo ao PhyloCode – proposta de classificação científica das espécies que assenta na procura de relações de ancestralidade comum baseadas nos conceitos da cladística.
Os cientistas envolvidos na descoberta de fósseis, micro-organismos, peixes, aves e outras criaturas assinalaram que têm dificuldades em dar nomes precisos, mas não há unanimidade na aposentadoria da norma que vigora há quase três séculos.
Segundo os que que são a favor da medida, a orientação tradicional desenvolvida há 275 anos pelo botânico sueco Carl Linnaeus não seria a mais correcta, atendendo ao volume actual de informações disponíveis sobre a biodiversidade.
O botânico utilizou uma divisão de espécies com nomes latinos, como o Homo sapiens para humanos, com grupos que têm as características físicas como base. Sendo assim, a proposta apresentada prevê substituir o sistema de Linnaeus por um novo, o PhyloCode (abreviação inglesa para "código filogenético), em que as formas de vida seriam classificadas por ancestrais comuns e princípios de Darwin, ou seja, pela árvore genealógica molecular.
A mudança de nome de uma espécie seria apenas uma "correcção" e ocorreria nos casos em que o novo nome reflectisse o conhecimento adquirido até agora sobre as relações evolutivas. O debate sobre a adopção do PhyloCode contará com duas alas – uma de prós e outra de contras – e terá lugar na numa conferência na Universidade Yale.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Terra - Planeta Activo

Tsunami no Japão: os factos @Lusa


- Às 14h46, hora local (5h46 em Portugal), um sismo de magnitude 8.9 atingiu o nordeste do Japão
- O sismo provocou o tsunami: as ondas chegaram aos 10 m de altura e atingiram cidades costeiras do país- em alguns casos, a água avançou até cinco quilómetros para o interior.
- O alerta de tsunami foi lançado na região do Pacífico. Foram evacuadas algumas regiões do litoral das Filipinas e do Havai. Chegaram vagas do tsunami à costa Oeste dos EUA , no estado de Oregon, mas sem danos.
- O governo japonês declarou um alerta nuclear preventivo devido à subida da pressão num reactor da central nuclear de Fukushima
- Na praia de Sendai, uma das cidades mais afectadas, foram encontrados 300 corpos. Há muitos mais desaparecidos, sendo de prever um número elevado de vítimas.

 http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/entenda-o-terremoto-que-atingiu-o-japao.html


Os principais tsunamis no mundo nos últimos anos


Principais tsunamis registados desde o maremoto de Dezembro de 2004 na Ásia, uma das piores catástrofes naturais.

26 de Dezembro de 2004
SUDESTE ASIÁTICO
Um tremor submarino de magnitude 9,3 - o mais poderoso do últimos 40 anos -perto da ilha indonésia de Sumatra provocou um tsunami que chegou às costas de uma dezena de paises do Sudeste Asiático, causando a morte de 220.000 pessoas.
Na província indonésia de Aceh, onde o nível da água chegou a subir mais de 30 metros, morreram 168.000 pessoas. O maremoto propagou-se por centenas de quilómetros, até as Maldivas e Somália.

17 de Julho de 2006
INDONÉSIA
Um tremor submarino de magnitude 7,7 provocou um tsunami na costa sul da ilha de Java (654 mortos).

2 de Abril de 2007
ILHAS SALOMÃO
52 pessoas morreram num tsunami que afectou o oeste das Ilhas Salomão (sul do Pacífico). O maremoto, causado por um tremor de magnitude 8, destruiu 13 povoações costeiras.

29 de Setembro de 2009
SAMOA
Mais de 190 pessoas morreram nas ilhas Samoa e Tonga, assim como nas Samoa americanas, depois de terramoto de magnitude 8 que originou um tsunami.

27 de Fevereiro de 2010
CHILE
Um tremor e um tsunami consecutivo afetaram o centro-sul do Chile, deixando 555 mortos e desaparecidos, a maioria deles na região de Maule.

25 de Outubro de 2010
INDONÉSIA
Mais de 400 pessoas morreram num tsunami provocado por um tremor de magnitude 7,7 no arquipélago de Mentawai.

11 de Março de 2011
JAPÃO
Um tsunami de 10 metros de altura arrasou as costas de Sendai, nordeste do Japão, depois de um violento tremor de 8,9 de magnitude registado nas costas do arquipélago. Foram emitidos alertas praticamente em todas as costas do Pacífico, incluindo Austrália, América Central e do Sul.


O cagarro é a ave do ano em Portugal

SPEA promove conservação desta espécie

2011-03-10
CienciaHoje
Por Marlene Moura

O cagarro. (Crédito: Joaquim Teodósio) <br> Clique para ampliar
O cagarro. (Crédito: Joaquim Teodósio)
Clique para ampliar


Características da ave:
Esta ave distingue-se pelo seu bico amarelo, dorso acastanhado e ventre branco. O seu chamamento é muito característico e está na origem do nome que lhe foi atribuído, podendo ser escutado durante a noite, quando regressam aos seus ninhos.

As cagarras podem viver em média 50 anos. Entre os cinco a oito anos de vida regressam a terra apenas para nidificar no mesmo local onde nasceram, passando, assim, praticamente toda a sua vida no mar. Esta espécie alimenta-se essencialmente de peixes, cefalópodes e crustáceos.Tem um som inconfundível e está de volta às zonas costeiras, principalmente dos Açores e Madeira.

O cagarro, também conhecido como pardela-de-bico-amarelo ou cagarra, foi escolhido como a Ave do Ano 2011, em Portugal, pelos sócios da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) – um sinal da sua importância e representatividade do estado dos nossos ecossistemas marinhos.

Ao nível da União Europeia, “as aves marinhas já estavam em foco há muito tempo por serem o grupo mais ameaçado do mundo”, segundo explicou, ao «Ciência Hoje», Pedro Geraldes, biólogo da SPEA e coordenador do projecto LIFE+, justificando a escolha da organização.

Esta é uma das poucas que nidifica no Continente, Açores e Madeira. Regressa nesta época do ano aos territórios de reprodução, depois de uma longa viagem pelo Atlântico Sul. O cagarro é uma ave marinha pelágica, ou seja, apenas vem a terra para nidificar, sobretudo em ilhas e ilhéus. Para tal, o seu habitat preferido são áreas de inclinação muito pronunciada com vegetação rasteira, em zonas de falésia fragmentada e de solo ligeiro, segundo um estudo apurado pela investigadora Eva Immler, mestranda da Universidade de Ciências Aplicadas Van Hall Larenstein.
O grande problema é a perda do seu habitat de nidificação, devido à “interacção com actos de pesca, à passagem de predadores, como ratos ou gatos e até formigas causam alguns problemas a esta espécie”, sustentou ainda o biólogo, acrescentando que “as aves mais pequenas e jovens não conseguem resistir”. Nas ilhas dos Açores e da Madeira, as luzes das zonas urbanas interferem igualmente causando o encadeamento das aves juvenis nos seus primeiros voos, sendo comum observá-las caídas. Muitas destas morrem, vítimas de atropelamento ou de predadores, quando não são socorridas.

150 ninhos artificiaisA SPEA, através de actividades, trabalha activamente para promover a sua conservação. No âmbito do projecto LIFE+ «Ilhas Santuário para as aves marinhas» – uma parceria da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar dos Açores, da Câmara Municipal do Corvo e da Royal Society for the Protection of Birds (RSPB) –, por exemplo, realiza desde 2009 uma série de acções destinadas a melhorar o habitat de nidificação desta e de outras espécies de aves marinhas na Ilha do Corvo e no Ilhéu de Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel. A associação científica tem recorrido ao uso de ninhos artificiais para incentivar a cagarra a regressar ao seu habitat.

“Os mais de 150 ninhos artificiais colocados até à data são importantes para conseguir ter novas populações desta ave em zonas onde já nidificaram, mas foram abandonadas devido à predação dos seus ovos ou juvenis por mamíferos introduzidos pelo homem nas ilhas, como os ratos ou os gatos”, referiu o coordenador do projecto. Para além da avaliação de potenciais ameaças para a nidificação, outras das medidas são “a tentativa de erradicação de predadores” e de “plantas exóticas invasoras”, substituindo-as por plantas endémicas .

Estas aves, com estatuto Vulnerável segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, têm um chamamento peculiar e estridente, apenas possível de escutar nos Arquipélagos dos Açores – onde tem 65 por cento da sua população mundial –, Madeira e Berlengas. No entanto, também é possível ver esta ave de passagem ao longo da costa continental.
...
Este ano, para além dos ninhos artificiais instalados na Ilha do Corvo terem sido alvo de melhoramentos significativos, o esforço conjunto de uma equipa de investigadores internacionais tem trazido à mais pequena ilha dos Açores as mais recentes tecnologias que permitam atrair novos indivíduos para as recém-criadas áreas de nidificação para esta e outras espécies.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Serra de Aire, um autêntico queijo suíço

2011-03-01


Por André Antunes (J "J" C)*


* André Antunes, de 18 anos, é aluno do 12º ano da Escola Profissional Agricola Conde de S.Bento, em Braga
 
O mau tempo do dia 15 de Fevereiro obrigou a que o roteiro da visita de estudo arranjado pelo curso de gestão do Ambiente fosse um pouco alterado. O roteiro passou a incluir como ponto de paragem um lugar classificado como uma das 7 Maravilhas de Portugal; a sugestão foi visitar as famosas grutas de Mira de Aire.
É a maior gruta turística de Portugal com mais de 11 quilómetros de extensão conhecidos, apenas 600 metros estão abertos ao público. A profundidade máxima da visita é de 110 metros. Foi descoberta por quatro habitantes da vila de Mira de Aire que desceram para procurar água e só foi aberta ao público uns anos mais tarde.
Lá dentro a chuva cai, não das nuvens, mas, das pedras húmidas. A água infiltra-se nas fendas do calcário e escorre até á gruta onde depois se precipita para o chão da mesma. No seu interior a temperatura é amena todo o ano permitindo assim, mesmo em tempo de muito frio, que esta permaneça desejavel de se visitar. Da entrada até ao fim do percurso existem inúmeras escadas que proporcionam a oportunidade de que muitos ansiavam para conhecer o interior da terra, esta descida é feita na companhia de luzes e formas que espantam mesmo os menos admiráveis.
A gruta no seu todo, para além de ser um pólo turístico é também um pólo científico, sendo a visita acompanhada por pesquisadores ligados à geologia que lhe descobrem as entranhas e desvendam nomes para caracterizar as bizarras formas que são encontradas pelo caminho fora.
Do tecto da gruta descem estalactites, nascidas dos minerais dissolvidos na água que se infiltra na rocha, são esses mesmos minerais que fazem crescer as estalactites, o que sobra, pinga no chão e dá vida a outra estrutura cavernícola, as estalagmites. Estas crescem de baixo para cima, no entanto o processo é mais lento do que o das estalactites, à média de um milímetro por século.
A vida animal também é comum. Há registos de aranhas e enguias que foram avistadas por turistas. No entanto são pouco frequentes.
A aposta do curso nesta visita foi um mais-valia – “O espanto e excitação, não faltaram, gostei muito.”- afirmação proferida por um dos elementos do curso do 3º ano que não hesitou em expressar a sua opinião, que, no gera,l foi idêntica.

Três raros tigres brancos nasceram em Lisboa

Conservar as espécies aumentando o índice de reprodução

O tigre-branco, um dos animais mais raros da natureza. (Crédito: Carlos Moita Pedroso)
2011-03-01
CienciaHoje

Três novos tigres-brancos, um dos animais mais raros e admirados na natureza nasceram no Jardim Zoológico de Lisboa. Estima-se que existam apenas entre cem e 130 tigres-brancos no planeta e todos eles se sob cuidados humanos. Em Portugal, com o nascimento destas novas crias, existem cinco.
O espaço mantém-se empenhado na conservação das espécies, aumentando o índice de reprodução que já é um dos mais elevados da Europa. Só em 2010 nasceram, em Lisboa, 113 animais de 47 espécies diferentes.
Há quem pense que são albinos; no entanto, os tigres-brancos não o são, nem representam uma subespécie de tigres, mas sim o resultado da expressão de um gene recessivo, quando ambos os progenitores são portadores do gene responsável pela cor clara da pelagem. A sua coloração é mais intensa no Inverno, como uma adaptação ao frio, fazendo sobressair os olhos azuis, o nariz rosado e o fundo branco cremoso com listas castanhas.


Os tigres-brancos são mais activos no crepúsculo e durante a noite. Caçam por emboscada e dependem mais da visão e da audição do que do olfacto. São solitários (excepto durante a época de acasalamento) e territoriais. A cor clara da pelagem não é concordante com a estratégia de caça por emboscada, que assenta na camuflagem, e compromete a sobrevivência destes animais no estado selvagem a ponto de, actualmente, só existirem sob cuidados humanos desenvolvendo hábitos próprios dessa condição. Os Tigres machos podem, em média, medir 2,50 metros, ter 90 centímetros de altura e pesar mais de 200 quilos. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas e leves. Os tigres podem viver cerca de 20 anos, embora em cativeiro e com bons cuidados alimentares possam viver um pouco mais.O período de gestação destes animais é de 102 a 112 dias, após os quais nascem geralmente duas a três crias. Os filhotes são amamentados por três a seis meses e acompanham a mãe durante dois a três anos, aprendendo as técnicas de caça necessárias à sua sobrevivência futura como adultos solitários. Devido à sua pelagem de cor branca que não lhe confere a camuflagem adequada à sua sobrevivência no estado selvagem, os tigres-brancos foram, durante séculos, alvo da caça furtiva que levou à sua extinção na natureza.

O estatuto de conservação dos Tigres-brancos não está avaliado pela União Internacional para a Conservação da Natureza. São animais muito raros que não existem em estado selvagem, por isso, a reprodução destes animais em cativeiro, é fundamental para a sua sobrevivência.

Para celebrar o nascimento das três crias, o espaço promove o passatempo infantil “Um tigre, dois tigres, três tigres. Diz lá outra vez e começa a história por 'Era uma vez...”. Para participar neste passatempo, as crianças terão de escrever uma história original e criativa sobre as três novos tigre-brancos e enviar o texto para o Jardim Zoológico, até ao dia 27 de Março.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Maior inventário de plantas do mundo



Pinus ponderosa Douglas ex C.Lawson

Aljos Farjon
 Lista online comporta mais de um milhão de nomes
CienciaHoje
2010-12-31

 Botânicos britânicos e americanos criaram a lista de plantas mais ampla do mundo, com 1,25 milhão de denominações inventariadas. Este banco de dados, que pode ser consultado em http://www.theplantlist.org/, é considerado uma contribuição essencial para a preservação da flora global, pois contém os nomes científicos e comuns da maioria das espécies vegetais conhecidas, desde as ervas mais simples a legumes, passando pelas rosas, musgos e coníferas.

A "Plant List" comporta também links de publicações científicas relacionadas com as espécies em questão, para ajudar o trabalho de investigadores, tanto em botânica quanto em farmácia.

Segundo os cientistas do Royal Botanical Gardens (Kew Gardens), no Reino Unido, e do Missouri Botanical Garden, nos Estados Unidos, que elaboraram a lista, esta nova ferramenta é crucial para investigações, previsões e vigilância de programas de preservação das plantas no mundo inteiro.

"Sem os nomes correctos, a compreensão e a comunicação sobre a vida dos vegetais perder-se-iam num caos, custariam somas faraónicas, além de colocar vidas em perigo, no caso de plantas utilizadas em medicina", sublinham em comunicado.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Indonésia: Erupção do vulcão Merapi faz 16 mortos e 13 feridos

terça-feira, 26 de Outubro de 2010

19:46

Pelo menos 16 pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas hoje na Indonésia devido à erupção do vulcão Merapi, na ilha de Java, confirmaram fontes oficiais.
Fontes do hospital Panti Nugroho, na cidade de Yogyakarta, confirmaram que 13 pessoas com ferimentos foram hospitalizadas e que um bebé de três meses morreu devido a um grave problema respiratório provocado pela inalação de cinzas vulcânicas.
Pelo menos outras nove pessoas, de idade mais avançada, foram também hospitalizadas por problemas respiratórios.
O vulcão Merapi entrou hoje em erupção, emitindo por três ocasiões nuvens de cinzas vulcânicas.
As autoridades indonésias ordenaram na segunda-feira a retirada de cerca de 19 mil pessoas que vivem num raio de 10 quilómetros, depois de terem elevado o nível de alerta para erupção iminente.
O vulcão Merapi, situado 26 quilómetros a norte da cidade de Yogyakarta, é um dos 129 vulcões indonésios ativos com maior actividade, entrando em erupção, em média, de quatro em quatro anos.
O vulcão, que entrou em erupção pela última vez em 2006, já tinha expelido na segunda-feira pequenas quantidades de lava que atingiram o rio Gendol.
Em 2006, o vulcão entrou em erupção depois de um terramoto em Yogyacarta e provocou uma nuvem de cinza e gás que causou dois mortos.

sábado, 9 de outubro de 2010

Censo da Vida Marinha revela 20 mil novas espécies

Investigação decorreu ao longo de dez anos e reuniu 2700 cientistas



2010-10-04
CienciaHoje
O primeiro Censo Mundial da Vida Marinha, apresentado hoje numa conferência em Londres (no Royal Institution of Great Britain), dá a conhecer 20 mil espécies até agora não registadas. Este estudo, que começou a ser realizado em 2000, com a fundação do Censo da Vida Marinha (Census of Marine Life - CoML), foi organizado com a finalidade de se tentar descobrir “o que viveu nos oceanos, o que vive e o que irá viver”. continua

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Colômbia: Vulcão que matou milhares em 1985 entra em actividade

sexta-feira, 1 de Outubro de 2010



O vulcão colombiano Nevado del Ruiz, que há 25 anos matou 23 mil pessoas, está novamente em actividade sísmica, registando desde quinta-feira 1100 movimentos, informou hoje o Observatório Vulcanológico e Sismológico de Manizales.

Segundo o organismo, a magnitude máxima registada foi 1.93 da escala de Richter e ocorreu às 05:26 de hoje (11:26, hora de Lisboa).
A actividade sísmica verificou-se na cratera Arenas, tendo aumentado a quantidade de dióxido de enxofre libertado para a atmosfera.
Habitantes das aldeias circundantes ao vulcão sentiram um forte cheiro a enxofre e, às primeiras horas da manhã, foi observada uma coluna de gás, de cor branca, sobre o cume do Nevado del Ruiz.
O Observatório de Manizales já alertou para o facto de o vulcão retomar "o seu nível de actividade anterior se aumentar o seu desequilíbrio".

A 13 de novembro de 1985, o vulcão Nevado del Ruiz entrou em erupção e causou uma avalancha de lava que soterrou o município de Armero, na província de Tolima, matando 23 mil pessoas.
Na altura, foi considerado o pior desastre natural da Colômbia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

22 por cento das espécies vegetais estão em vias de extinção

2010-09-29
CienciaHoje

Em ano de biodiversidade, o estudo «Plants under pressure – a global assessment (The first report of the Sampled Red List Index for Plants)», publicado hoje, revela que mais de 20 por cento de espécies vegetais estão ameaçadas de extinção.
Maior parte das espécies ameaçadas são de florestas tropicais
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=45288&op=all#

 

O Jardim Botânico Real de Kew, o Museu de História Natural Britânico e a União Internacional para a Conservação da Natureza publicam esta primeira avaliação de espécies, onde se informa que as actividades humanas são responsáveis por 80 por cento da extinção em curso e que o habitat mais ameaçado é a floresta tropical.
No estudo, realizado ao longo de cinco anos, examinou-se uma amostra representativa das 380 000 plantas conhecidas em todo o mundo.
Das sete mil espécies analisadas, em representação de cinco grandes grupos de plantas (monocotiledónea, briófitas, pteridófitas, gimnospérmicas, legumes) 22 por cento foram classificados como «ameaçados». Desses, quatro por cento estão em «perigo crítico», sete em «perigo» e 11 por cento «vulneráveis».
Os investigadores explicam também que 33 por cento das espécies não são suficientemente conhecidas para que o seu estado de conservação possa ser caracterizado.
A maior parte das espécies ameaçadas são oriundas de florestas tropicais e de algumas ilhas a meio do Pacífico e do Atlântico, como a da Páscoa e das Bermudas, respectivamente.

Stephen Hopper, director do Jardim Botânico Real, considera que este estudo pode ser um instrumento essencial para “combater a perda de biodiversidade”.

«Plants under pressure – a global assessment» é publicado a algumas semanas da Convenção Sobre Diversidade Biológica, organizada pela ONU e que se realiza entre 18 e 20 de Outubro, em Nagoya (Japão).

Lesmas-do-mar mais eficientes na fotossíntese do que algas

Investigadores portugueses reportam processo evolutivo de cleptoplastos


2010-09-29
CienciaHoje
"Lesmas-do-mar movidas a energia solar" (fotografia: Bruno Jesus)
Investigadores portugueses descobrem que lesmas-do-mar fotossintéticas podem ser mais eficientes na fotossíntese do que as próprias algas que consomem. Já há muito tempo se conhece uma destas espécies com uma capacidade invulgar: guardar alguma da maquinaria das células das algas que consomem (os cloroplastos – as estruturas mais importantes para a fotossíntese) e mantê-los funcionais dentro das suas próprias células, produzindo assim parte do seu próprio alimento através da fotossíntese, tal como uma qualquer planta.

Este grupo de lesmas-do-mar, denominados sacoglossos, foi igualmente baptizado de “Lesmas-do-mar movidas a energia solar” (solar-powered seaslugs no original inglês). Até agora, conhecem-se no mundo 300 espécies e vivem todas em águas pouco profundas, associadas a algas verdes que frequentemente observamos nas praias.

O mais curioso desta associação é que não se trata de uma simbiose entre dois organismos, como acontece entre os corais e as microalgas que dentro deles vivem, mas entre um animal e um organelo celular de um vegetal – o cloroplasto – que não é digerido quando passa pelo tracto digestivo da lesma e se mantém funcional. Estas estruturas, “roubadas” às algas, passam a ter o nome de cleptoplastos.
Estes cleptoplastos podem produzir energia tal como o faziam na alga durante algumas semanas ou até meses, sendo portanto um bom complemento ao consumo das algas pelas lesmas. Num artigo publicado a semana passada, no «Journal of Experimental Marine Biology and Ecology», os investigadores portugueses Bruno Jesus, Patrícia Ventura e Gonçalo Calado reportam uma importante descoberta relacionada com as prestações destes cleptoplastos.

Estudando a espécie de lesma-do-mar Elysia timida e a alga de que se alimenta Acetabularia acetabulum demonstraram que o rendimento fotossintético em condições de luz alta, semelhante à do ambiente em que vivem, é maior nos animais que nas algas. De facto, nestas condições de luminosidade, os cloroplastos das algas entram facilmente num processo denominado fotoinibição, que baixa o rendimento do processo de fotossíntese.

Ao contrário, os cleptoplastos que estão nas células das lesmas, beneficiam de uma protecção de umas estruturas móveis, os parápodes – prolongamentos da pele do animal -, que se podem abrir ou fechar consoante a quantidade de luz ambiente, fazendo com que o processo e fotoinibição diminua. Além disso, foi também observado que estes animais tendem a afastar-se das zonas com luz alta, o que as algas não podem fazer. É como usar o melhor de dois mundos: fazer fotossíntese como uma planta, abrir ou fechar-se e mudar de sítio, como um animal, segundo as condições de luz.

A Elysia timida alimenta-se da alga Acetabularia acetabulum (fotografia: Bruno Jesus)
Inovação evolutiva

“É fascinante como um animal pode ser ainda mais eficiente fazer fotossíntese do que a alga a quem roubou a maquinaria!”, comentou Bruno Jesus, investigador do Centro de Oceanografia e primeiro autor do estudo. “Algures, no decorrer da evolução, esta associação terá sido fortemente benéfica para este grupo de lesmas-do-mar, provavelmente na colonização de águas pouco profundas. Embora este processo evolutivo esteja longe de ser entendido, é certamente uma lição a ter em conta que demonstra que as inovações evolutivas têm muito menos fronteiras do que “a priori” poderíamos pensar”, acrescentou.

Este trabalho é o primeiro resultado de um projecto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia chamado SymbioSlug, coordenado pelo Instituto Português de Malacologia e tendo como parceiro o Centro de Oceanografia, que pretende estudar a fisiologia desta curiosa relação entre animais e plantas, que até agora levantou mais perguntas que respostas.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Floresta portuguesa está a regenerar-se espontaneamente

Abandono da agricultura é apontado como causa principal

2010-09-24
CienciaHoje

Sobreiro é uma das espécies indígenas
A floresta portuguesa está a passar por um fenómeno de regeneração espontânea apontado hoje por especialistas da área como a forma “mais barata” de solução para o abandono do mundo rural e para as suas consequências gravosas, como incêndios florestais.
Afinal, dizem os peritos, a solução pode estar no próprio problema pois é o despovoamento e o abandono da agricultura tradicional que parecem estar a impulsionar esta “regeneração natural, com espécies indígenas de Portugal a brotarem espontaneamente por todo o lado”.

O fenómeno foi hoje abordado no final da conferência internacional que juntou durante quatro dias, em Bragança, cientistas de 46 países, numa iniciativa do grupo de ecologia da paisagem da IUFRO, a União Internacional de Organizações de Investigação Florestal.
Os desafios e soluções para as terras agrícolas abandonadas, como acontece nas regiões portuguesas do inteiro, mas também em toda a Europa, foi o tema do último simpósio.

As florestas autosustentáveis são a proposta dos investigadores Carlos Aguiar e Henrique Miguel Pereira para a transição.
“Mais do que plantar floresta de novo é cuidar da que está a nascer e está a nascer muita floresta por todo o lado. É uma boa política identificar onde essa floresta está a nascer e apoiá-la e cuidá-la, e é uma forma barata de o fazer”, defendeu Carlos Aguiar.

Espécies indígenas

A primeira medida para este investigador deverá passar por “apostar em apoiar esta regeneração natural de espécies indígenas de Portugal como os carvalhos, azinheiras e sobreiros, que está a surgir espontaneamente por todo o lado”.
O espaço para esta regeneração foi cedido justamente, segundo dizem, pelo abandono da agricultura e o despovoamento.

O reaparecimento destas espécies dar um contributo “a médio prazo” para haver menos fogos florestais em Portugal, na opinião de Henrique Miguel Pereira.
Este investigador, que já teve responsabilidades no Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) não entende “como é que o sistema de combate aos incêndios ainda não tomou como máxima prioridade proteger as zonas de regeneração florestal”.
Trata-se, garantem, de espécies mais resistentes e com potencial económico de produção de madeira ou outros bens como cogumelos, mas também de conservação da natureza.

Soluções não descartam agricultura

Henrique Miguel Pereira reconhece que esta “transição não é um sistema simples porque exige um envolvimento social e que haja uma visão partilhada pelos diferentes actores do que se pretende para o futuro destas regiões”.
As soluções teriam de ser adaptadas às diferentes realidades e, asseguram, que continuaria a haver espaço para a agricultura.
Sublinham, no entanto que “onze por cento da superfície de Portugal está acima dos 700 metros, onde o uso agrícola provavelmente não será recomendável”.
O que consideram que “não pode continuar a acontecer é o avanço do mato com uma série de problemas associados em termos de ocorrência de fogos, e desfavorável à biodiversidade”.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Conhecer o interior da Terra numa viagem a uma mina de sal

Iniciativa da Ciência Viva decorre até sexta-feira em Loulé


2010-08-10
CienciaHoje

Mina de sal-gema em Loulé, Algarve
Ir ao interior do Planeta Terra percorrendo um caminho de 230 milhões de anos em 230 segundos é possível esta semana no Algarve, descendo o elevador da Mina de Sal-Gema de Loulé. Até sexta-feira é possível visitar as centenas de galerias e câmaras da Mina de Sal-Gema, localizada no concelho algarvio de Loulé. Todos os anos, uma equipa de 18 pessoas extrai 40 mil toneladas de sal.


notícia completa 

terça-feira, 20 de julho de 2010

Associação de Professores de Biologia aponta erro no exame (2ªfase)

Hoje às 07:24

A Associação de Professores de Biologia considera que há um erro no exame de Biologia, realizado na passada sexta-feira, da segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário.

João Oliveira, da Associação de Professores de Biologia e Geologia, João Oliveira, explica quais são as dúvidas suscitadas por esta pergunta de resposta fechada.

João Oliveira diz que existem termos neste exame como «exergónico» que não fazem parte do programa e que os estudantes podem desconhecer.
A Associação de Professores de Biologia considera que existem dúvidas científicas em relação a uma questão do exame de Biologia realizado sexta-feira por 25 mil alunos. O meio académico e a bibliografia especializada estão em clara dissonância com a solução proposta.

Por isso, a associação pede ao Ministério de Educação a anulação da pergunta. O GAVE (Gabinete de Avaliação do Ministério da Educação) diz estar a monitorizar a situação tendo consultado especialistas. Só hoje deverá haver resposta.

A associação considera ainda que por vezes são utilizadas expressões que não estão de acordo com os programas vigentes. Por exemplo, os termos «exergónico» e «soerguido», que são utilizados em contextos académicos restritos.
Consultar exame aqui
CRITÉRIOS

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Pergunta do exame de Biologia pede algo que não é possível, afirma associação de professores

19.07.2010 - 17:20
Por Clara Viana

A Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia considera que uma das questões do exame da segunda fase desta disciplina, realizado na sexta-feira, suscita “muitas dúvidas científicas”, podendo mesmo não existir a associação que é proposta nesta pergunta.
Questionado pelo PÚBLICO, o Gabinete de Avaliação Educacional do Ministério da Educação, responsável pela elaboração dos exames, afirmou que só amanhã poderá ter uma resposta. "Estamos a monitorizar a situação. Como habitualmente procedemos, em casos similares, vamos solicitar a especialistas, que não intervieram no processo de auditoria das provas, que se pronunciem sobre a matéria", explicitou o Gave.

Num parecer enviado hoje , a APPBG afirma que no conjunto a prova está “bem construída e contextualizada com o programa da disciplina”, mas considera que continuam a subsistir questões que levantam dúvidas. A mais grave diz respeito ao item 7 do Grupo IV: “a associação de processos de produção de ATP a mecanismos de hidrólise de polissacarídeos requerida suscita-nos muitas dúvidas científicas", afirma a associação, frisando a propósito que “o meio académico e a bibliografia especializada estão em clara dissonância com a resolução proposta”.

“Apesar dos processos catabólicos serem globalmente exoenergéticos, o processo solicitado (hidrólise de polímeros) não é possível de síntese de ATP”, conclui-se. As outras questões levantadas pela associação dizem respeito aos itens 7 do Grupo I e do Grupo II, relacionados com minerais e fungos. Apoiam-se “numa abordagem periférica do programa homologado”, afirma a associação, que acrescenta que a questão sobre os fungos é mesmo “susceptível de prejudicar os alunos”, uma vez que tem por base “interacções nos ecossistemas que incluem as micorrizas”, sendo que o programa “não prevê, objectiva e explicitamente, a referências a estas, nem neste nem noutro contexto”.

Por isso, a APPP recomenda a “necessária ponderação nos critérios de classificação deste item de forma a evitar possíveis injustiças”.

Entre as cinco disciplinas com média negativa na primeira fase dos exames nacionais do secundário figurou também de novo Biologia e Geologia, que funciona como prova para os cursos de Saúde. Com a excepção de 2008, a média nesta disciplina tem-se mantido abaixo de 10 desde há cinco anos anos, quando se estrearam os exames do novo programa implementado a partir de 2004.
Nesta disciplina, a média que resultou das classificações dadas pelos professores aos alunos internos, que são aqueles que frequentam as aulas o ano inteiro, foi de 14. No exame da primeira fase ficou-se pelos 9,8.

Formação de professores

Será que “a formação inicial e contínua de professores é coerente com as exigências modernas do ensino das ciências sustentado em metodologia investigativa?”, questiona a associação, lembrando que, nos últimos anos, “o financiamento da formação contínua de docentes não tem contemplado as ciências experimentais, estando centrado nas Tecnologias de Informação e Comunicação!”.

A APPBG chama a atenção para o facto de cinco anos de provas escritas de Biologia e Geologia já constituírem “um manancial de informação digno de reflexão”. Importa saber as razões pelas quais os resultados têm sempre ficado “aquém do expectável, traduzido em médias baixas e sistemáticamente inferiores a cem pontos [numa escala de 1 a 20, abaixo de 10] ” e na discrepância entre as classificações internas finais [atribuídas pelos professores no final das aulas] e as classificações de exame.

Segundo a associação, “apesar de globalmente correcta, a estrutura dos exames também “carece de intervenções pontuais”, nomeadamente assegurando que os itens das provas tenham “uma formulação objectiva e inequivocamente enquadrada nos programas homologados da disciplina”. Por outro lado, acrescenta, “sem comprometer o rigor científico, deveria existir um conjunto de itens que permitisse aos alunos com competências básicas na disciplina alcançar a classificação de 10 valores”. Deste modo, possibilitava-se “a utilização do exame como prova de ingresso no ensino superior, ao invés de se constituir como factor de exclusão”.
Esta situação repetiu-se na prova da segunda fase, já que, refere a APPBG “reúne um conjunto de questões que um aluno que só domine as competências básicas definidas para a disciplina, muito dificilmente atinge com classificação positiva nesta”.
 
Tanto se fala sobre os exames de Biologia-Geologia do 10/11º, a minha modesta opinião é a seguinte:
 
Os programas novos de BG10/11 ensino secundário (10º- início em 2004-2005) foram feitos com «remendos» dos anteriores.
Alguns conteúdos (poucos) foram feitos de «pano novo», outros foram apenas «alinhavados», outros «mal cosidos» , outros ainda ficaram nas «costuras» ( estão lá, mas só os vê quem os conhece) e pior ainda alguns foram parar ao cesto dos «retalhos» que são bons mas só os aproveita quem souber da arte.
Perante este cenário de «alta-costura virtual», importa que quem anda a fazer os exames tenha a humildade suficiente de «provar a saia» que lhe obrigam a vestir ou, se não gosta, deve propor a alteração dos «trapos»  (ou melhor dos programas) para torná-los mais realistas capazes de serem «vestidos»  pelos comuns mortais dos nossos alunos. Porque «pano para mangas» há... e sobra...
 
A «costureira» de serviço: m.c.lameiras

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Galinha surgiu antes do ovo... mas a polémica continua !!!!

O assunto na aula de Biologia virou para a evolução do Homem. Análise de dados bioquímicos, tais como comparação de moléculas de DNA e de proteínas têm permitido traçar árvores filogenéticas como a representada na figura seguinte.
 
A árvore filogenética ilustrada na figura relaciona primatas atuais e seus ancestrais.
Gráfico do Enem mostrando a evolução humana
 
Questão 1.
Após observar o material fornecido pelo professor, os alunos emitiram várias opiniões, a saber:
I- os macacos antropóides (orangotango, gorila e chimpanzé e gibão) surgiram na Terra mais ou menos contemporaneamente ao Homem.
II- alguns homens primitivos, hoje extintos, descendem dos macacos antropóides.
III- na história evolutiva, os homens e os macacos antropóides tiveram um ancestral comum.
IV- não existe relação de parentesco genético entre macacos antropóides e homens.
 
Analisando a árvore filogenética, pode concluir que:
a) todas as afirmativas estão corretas.
b) apenas as afirmativas I e III estão corretas.
c) apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
d) apenas a afirmativa II está correta.
e) apenas a afirmativa IV está correta.
 
Selecione a letra da opção correta
 
 
 

terça-feira, 13 de julho de 2010

Parques nacionais africanos perderam 60 por cento dos mamíferos de grande porte


Zebras e girafas estão entre as espécies mais ameaçadas
CienciaHoje
2010-07-13

A população de mamíferos de grande porte decresceu, em média, 60 por cento nos parques nacionais de África nos últimos 40 anos, revela um estudo divulgado ontem na revista “Biological Conservation”.


O grupo de cientistas responsável pela investigação frisou que em certas áreas protegidas, como Masai Mara (Quénia) ou Serengeti (Tanzânia), não estão a ser preservadas espécies de mamíferos como leões, girafas ou zebras, que se mantêm ameaçadas pelos caçadores furtivos.
O problema é especialmente grave no oeste africano, onde as populações de mamíferos se reduziram em 85 por cento, de acordo com o estudo do grupo de peritos da Sociedade Zoológica de Londres e da Universidade de Cambridge.

Os investigadores acreditam que os países do oeste africano são mais vulneráveis e têm menos recursos para enfrentar a ameaça dos caçadores, que se dedicam ao comércio da carne dos animais selvagens.
Do outro lado do continente, na zona este, existem parques nacionais visitados anualmente por milhares de turistas, onde o número de mamíferos de grande porte se reduziu para quase metade.
Tudo isto deve-se, explicam os investigadores, ao aumento do número de pessoas a viver nesta zona, contribuindo para uma devastação dos recursos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cinco exames nacionais com médias negativas

Cinco disciplinas registaram este ano na primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário uma média abaixo dos 10 valores, mais uma do que em 2009, estando Fisica e Química A e Biologia e Geologia entre as repetentes.

De acordo com o mapa de resultados divulgados esta quinta-feira pelo Ministério da Educação, aqueles dois exames, com uma média de 8,1 e 9,6 valores, respectivamente, bem como o de Geometria Descritiva A (8,2 valores), registaram uma média abaixo dos dez valores, à semelhança do sucedido no ano passado.

Aliás, Física e Química A regista a média mais baixa (8,1 valores) entre os 24 exames, mantendo-se com resultados negativos pelo quinto ano consecutivo.
...
Comparando a CIF com as médias dos alunos internos nos exames, verifica-se uma diferença de mais de quatro valores a disciplinas como Biologia e Geologia (14/9,8) e a Física e Química A (13/8,5).

terça-feira, 6 de julho de 2010

Observações ao Microscópio Óptico

Epiderme da cebola corada com Azul de Metileno (M.O_Zarco)
(ensaio prof.)

 
Epiderme da cebola corada com Vermelho Neutro (M.O_Zarco)
(ensaio prof.)