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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Espécies ameaçadas em Portugal - Trabalhos de alunos

O melhor trabalho e mais criativo:
("Bibliografia"...)

Fotografia da Marsilea quadrifolia não existe.Um trabalho que mereceu uma menção honrosa pelas particularidades da Marsilea quadrifolia


"Trevo de quatro folhas" na realidade uma folha de trevo é que tem quatro folíolos.
E é uma Pteridófita (como os Fetos, não tem flores).

Deixo aqui para vos dar SORTE.



Pode consultar  outras espécies ameaçadas: Biodiversidade em Portugal da Turma 10ºA


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Oceanos com metade da população em 42 anos


A sardinha está em perigo, e já foram tomadas medidas. TANAKA Juuyoh
"A World Wild Life (WWF) publicou esta semana (17/set/2015) um relatório sobre o estado dos oceanos, em que revela que a população de vertebrados marinhos a nível global diminuiu em 49% entre 1970 e 2012.
 Algumas das espécies mais afetadas têm um papel importante na nossa alimentação.

A população de atum e de cavala, por exemplo, diminuiu em 74%, mas não foram os únicos: o pepino-do-mar ficou com uma população reduzida em 90%, e a sua pesca foi até proibida junto às ilhas Galápagos.

relatório afirma que a principal causa é a perda dos habitats enfrentada por estes animais.

Atualmente, perdeu-se um terço das algas marinhas existentes, e até 2050 podem desaparecer os recifes de coral*

As alterações climáticas desempenham um papel de peso nesta responsabilização, sobretudo com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera e o aumento da temperatura das águas.

Também a atividade humana pode ter contribuído para esta realidade: no relatório da WWF pode ler-se que o tráfego de navios aumentou em 300% (afetando os habitats), e gerando ainda mais poluição do que os sedimentos que já são enviados para o oceano.

As pescas não sustentáveis são outro problema, pois à velocidade a que são apanhados, os peixes não conseguem reproduzir-se em número suficiente.
 Esta questão é todos os anos alertada pelo Oceanário de Lisboa, que emite uma lista dos peixes que é seguro ou não pescar.
Para a WWF, a única solução passa por um entendimento global, em que o consumo seja ponderado e existam medidas de proteção dos oceanos, que permitam a sua sustentabilidade.
Imagens via Wikimedia Commons.

Quero Saber _ Ambiente


Leia mais na BIBLIOZARCO "Como proteger os corais" - Criaturas do RECIFE, na revista QUERO SABER nº 57 de junho de 2015.

Lince-Ibérico - o felino mais ameaçado no mundo

Nome Científico:

Lynx pardinus (Temminch, 1827)

Lince 10 - Guache sobre papel 
(ver mais aqui: "Os Linces de Prata")

O lince-ibérico foi descrito em 1827 por Coenraad Jacob Temminck.


É a espécie de felino mais ameaçada no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa


O lince-ibérico é endémico da Península Ibérica, no sul da Europa. 

Está categorizado como espécie em perigo crítico de conservação por várias organizações incluindo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). 

De acordo com o grupo de conservação SOS Lynx, se o lince-ibérico desaparecesse, seria a primeira espécie de felino a ficar extinta desde os tempos pré-históricos. 
A reprodução em cativeiro e os programas de reintrodução têm aumentado o seu número. Em 2013, a Andaluzia tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem e em Dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em Portugal, com previsões para mais reintroduções durante o primeiro semestre de 2015. 
Numa tentativa de salvar esta espécie da extinção, teve início o projecto Europeu de Vida Natural que inclui a preservação do habitat, monitorização da população do lince, e gestão das populações de coelho.

Saber mais aqui


Proposta de Trabalho Individual:

B.I. de uma espécie ameaçada em Portugal.

No trabalho, em formato digital a enviar à Prof. numa página A4, deve constar, obrigatoriamente: 
Nome Comum/Vulgar com uma foto/imagem)
Nome Científico da espécie
Identificação
Habitat
Distribuição geográfica
Fatores de ameaça
Medidas de conservação
Estatuto de conservação



Não esquecer:
- as referências bibliográficas e fontes utilizadas para elaborar o trabalho;
- identificação do autor do trabalho e ano letivo


Deixem em comentário a vossa seleção ...

TOP10_das espécies mais ameaçadas do mundo


http://www.wwf.pt/

terça-feira, 7 de julho de 2015

Importância da variabilidade genética para a sobrevivência das populações

 Corais estão já a adaptar-se ao aquecimento global

fonte:http://greensavers.sapo.pt/files/recifes_SAPO.jpg


"Algumas populações de corais estão já a produzir as variantes genéticas necessárias para tolerar águas oceânicas mais quentes e os humanos podem ajudar a espalhar estes genes. A conclusão é de um novo estudo da Universidade do Texas, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas e da Universidade Estatal do Oregon.
A descoberta pode ter implicações para muitos recifes de coral que estão ameaçados pelo aquecimento global e, pela primeira vez, mostrou-se que misturar corais de diferentes latitudes pode ajudar à sobrevivência dos mesmos. As conclusões foram publicadas na revista científica Science.
Durante a investigação, os cientistas cruzaram corais nativos de águas mais quentes, como a Grande Barreia de Coral, na Austrália, com corais de latitudes mais frias. Os investigadores perceberam que as larvas de corais cujos parentes eram de águas mais a norte, onde as temperaturas eram 2°C mais quentes, tinham uma probabilidade dez vezes superior de sobreviver ao stress provocado pelo calor, em comparação com as larvas de coral de águas mais a sul e mais frias.
Através de ferramentas genómicas, os investigadores identificaram os processos biológicos responsáveis por esta tolerância e demonstraram que a tolerância ao calor pode evoluir rapidamente se existir variabilidade genética.
“A nossa investigação concluiu que os corais não têm de esperar por novas mutações para sobreviver em águas mais quentes. Evitar a sua extinção pode-se começar por cruzar corais de regiões diferentes para que as variantes genéticas se espalhem”, indica Mikhail Matz, professor de biologia na Universidade do Texas e um dos investigadores do estudo, cita o Phys.org. “As larvas de coral podem movimentar-se naturalmente através dos oceanos, mas os humanos também podem contribuir, ao relocar corais adultos”, acrescenta.
Nos últimos anos, um pouco por todo o globo, os recifes de coral têm sofrido danos devido ao aumento da temperatura das águas do mar. O branqueamento – um processo através do qual os corais morrem devido à perda de algas simbióticas de que se alimentam – tem estado ligado a águas mais quentes. Porém, alguns corais têm uma tolerância maior a temperaturas mais elevadas, embora até agora ainda não se percebesse porque uns se conseguiam adaptar e outros não."

ler aqui:http://greensavers.sapo.pt/2015/07/06/corais-estao-ja-a-adaptar-se-ao-aquecimento-global/

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Adaptação à Natureza dos linces-ibéricos criados em cativeiro

 

 (Lynx pardinus) em Os Linces de prata
Os primeiros linces-ibéricos reintroduzidos em Portugal já correm livres pelos bosques de Mértola. Neste sábado, há mais um casal a chegar ao cercado, que lhes há-de seguir as pegadas.

 ler mais aqui

quinta-feira, 20 de março de 2014

Esquilo-vermelho de regresso a Portugal após extinção de séculos

Esquilo-vermelho de regresso a Portugal após extinção de séculos (com FOTOS)

http://greensavers.sapo.pt/2014/03/20/esquilo-vermelho-de-regresso-a-portugal-apos-extincao-de-seculos-com-fotos/

"Centenas de anos depois de ter sido dado como extinto em Portugal, o esquilo-vermelho está de regresso ao país, depois de uma expansão a partir da Galiza, em Espanha, nos anos 80. Em 2000, o animal já se encontrava  distribuído por todo o norte do país até ao rio Douro, e hoje há já registos de esquilos-vermelhos quase até ao rio Tejo.
De acordo com a bióloga Rita Gomes  Rocha, da Universidade de Aveiro (UA), ainda não se sabe, contudo, exactamente até onde é que esta espécie ocorre. A bióloga da UA, que está a estudar a expansão daquela espécie no país, lança um apelo para que sejam comunicados os avistamentos de animais e de vestígios da sua presença: “se vir um esquilo não deixe de nos dizer onde  o encontrou”. 
Os registos podem ser enviados para a página no Facebook.

...
A bióloga descreve o esquilo como “um simpático roedor, com uma cauda  bastante felpuda e que pode ser avistado nas florestas portuguesas, principalmente  na copa das árvores. Apesar do seu nome esquilo vermelho, a coloração varia  bastante, desde acastanhada a totalmente preta”.
...
"A bióloga pede também para serem relatados indícios da sua presença,  tal como pinhas roídas no chão das florestas, com um padrão peculiar, pois  os animais deixam as escamas do topo, que formam um pequeno tufo, e são  bastante fáceis de reconhecer."

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Azevinho, um símbolo natalício ameaçado

azevinho (Ilex aquifolium L.)
O Azevinho é uma planta bem conhecida pela sua beleza e pelas suas utilizações ornamentais, sobretudo na quadra natalícia. A procura pelos seus ramos e frutos tornou-a rara enquanto planta espontânea.
ler mais
http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O frágil ecossistema de uma das borboletas mais raras do País

"A borboleta-azul é uma espécie frágil e com baixa tolerância a variações no ecossistema. Com um ciclo de vida único, precisa de condições ecológicas específicas para se reproduzir."

http://videos.sapo.pt/8e2zJZVggEckerHnkY0e

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Dia das Bibliotecas Escolares

Dos trabalhos da turma 10º1ª relativos aos marcadores subordinados ao tema "Espécies em risco em Portugal" a oferecer hoje à BIBLIOZARCO, destaca-se este sobre a Borboleta Azul.

Parabéns João!


Borboleta Azul - Maculinea alcon

"A Flor, a formiga e a borboleta ameaçada"

A borboleta azul de montanha, é uma borboleta ameaçada

Em Portugal, a Maculinea alcon, a borboleta azul de montanha, é uma borboleta ameaçada. Ela vive numa relação de equilíbrio complexo com uma espécie de formiga, uma planta e o Homem. Em toda a Europa é uma borboleta muito ameaçada. É no norte de Portugal, nas Serras do Alvão e do Marão, que ainda podemos ter o prazer de observar populações viáveis desta pequena borboleta.
Uma importante população de M. alcon sobrevive ainda em Lamas de Olo no Parque Natural do Alvão. Aqui se filmou todo o seu ciclo de vida, desde o ”enganar” as formigas, que guardam e alimentam as suas lagartas durante o Inverno, ao acasalamento e postura de ovos. O documentário acompanha também o trabalho e o esforço de Ernestino Maravalhas para estudar e perceber estas estranhas relações ecológicas que passam despercebidas à maioria das pessoas.
Um documentário onde a ciência e a vida desta maravilhosa borboleta se cruzam com aqueles que a rodeiam, a estudam, a ignoram, sempre com a perspetiva do que poderemos fazer por esta pequena borboleta azul.
 
http://www.borboletasatravesdotempo.com/

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Espécies ameaçadas em Portugal

Marcador de livros sobre as espécies ameaçadas em Portugal
 
 
Entrega do projeto em papel A4 normal termina a 15 de Outubro
 (Orientações no Moodle)
 
"O mais ameaçado gato do mundo"

www.linceprateado.com.sapo.PT
 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Leopardos-da-pérsia dão à luz na Rússia


Leopardos 'portugueses' dão à luz na Rússia
Progenitora com os dois filhotes
O casal de leopardos-da-pérsia, Zadig e Andrea, enviado pelo Zoo de Lisboa para a Rússia em Outubro de 2012 deu à luz duas crias num centro de reprodução do Cáucaso.

"O objetivo é que os filhotes, juntamente com os seus progenitores,
 sejam reintroduzidos no seu habitat natural para dar início a uma nova população"
O Programa de Reintrodução do Leopardo-da-Pérsia foi criado pelo Ministério dos Recursos Naturais e Ambiente da Federação Russa e visa a conservação desta subespécie, que já não existe em estado selvagem naquele país.
Ler a notícia completa
Consulte também esta notícia na BIBLIOZARCO  (Revista QUERO SABER de setembro de 2013).

sexta-feira, 11 de março de 2011

O cagarro é a ave do ano em Portugal

SPEA promove conservação desta espécie

2011-03-10
CienciaHoje
Por Marlene Moura

O cagarro. (Crédito: Joaquim Teodósio) <br> Clique para ampliar
O cagarro. (Crédito: Joaquim Teodósio)
Clique para ampliar


Características da ave:
Esta ave distingue-se pelo seu bico amarelo, dorso acastanhado e ventre branco. O seu chamamento é muito característico e está na origem do nome que lhe foi atribuído, podendo ser escutado durante a noite, quando regressam aos seus ninhos.

As cagarras podem viver em média 50 anos. Entre os cinco a oito anos de vida regressam a terra apenas para nidificar no mesmo local onde nasceram, passando, assim, praticamente toda a sua vida no mar. Esta espécie alimenta-se essencialmente de peixes, cefalópodes e crustáceos.Tem um som inconfundível e está de volta às zonas costeiras, principalmente dos Açores e Madeira.

O cagarro, também conhecido como pardela-de-bico-amarelo ou cagarra, foi escolhido como a Ave do Ano 2011, em Portugal, pelos sócios da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) – um sinal da sua importância e representatividade do estado dos nossos ecossistemas marinhos.

Ao nível da União Europeia, “as aves marinhas já estavam em foco há muito tempo por serem o grupo mais ameaçado do mundo”, segundo explicou, ao «Ciência Hoje», Pedro Geraldes, biólogo da SPEA e coordenador do projecto LIFE+, justificando a escolha da organização.

Esta é uma das poucas que nidifica no Continente, Açores e Madeira. Regressa nesta época do ano aos territórios de reprodução, depois de uma longa viagem pelo Atlântico Sul. O cagarro é uma ave marinha pelágica, ou seja, apenas vem a terra para nidificar, sobretudo em ilhas e ilhéus. Para tal, o seu habitat preferido são áreas de inclinação muito pronunciada com vegetação rasteira, em zonas de falésia fragmentada e de solo ligeiro, segundo um estudo apurado pela investigadora Eva Immler, mestranda da Universidade de Ciências Aplicadas Van Hall Larenstein.
O grande problema é a perda do seu habitat de nidificação, devido à “interacção com actos de pesca, à passagem de predadores, como ratos ou gatos e até formigas causam alguns problemas a esta espécie”, sustentou ainda o biólogo, acrescentando que “as aves mais pequenas e jovens não conseguem resistir”. Nas ilhas dos Açores e da Madeira, as luzes das zonas urbanas interferem igualmente causando o encadeamento das aves juvenis nos seus primeiros voos, sendo comum observá-las caídas. Muitas destas morrem, vítimas de atropelamento ou de predadores, quando não são socorridas.

150 ninhos artificiaisA SPEA, através de actividades, trabalha activamente para promover a sua conservação. No âmbito do projecto LIFE+ «Ilhas Santuário para as aves marinhas» – uma parceria da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar dos Açores, da Câmara Municipal do Corvo e da Royal Society for the Protection of Birds (RSPB) –, por exemplo, realiza desde 2009 uma série de acções destinadas a melhorar o habitat de nidificação desta e de outras espécies de aves marinhas na Ilha do Corvo e no Ilhéu de Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel. A associação científica tem recorrido ao uso de ninhos artificiais para incentivar a cagarra a regressar ao seu habitat.

“Os mais de 150 ninhos artificiais colocados até à data são importantes para conseguir ter novas populações desta ave em zonas onde já nidificaram, mas foram abandonadas devido à predação dos seus ovos ou juvenis por mamíferos introduzidos pelo homem nas ilhas, como os ratos ou os gatos”, referiu o coordenador do projecto. Para além da avaliação de potenciais ameaças para a nidificação, outras das medidas são “a tentativa de erradicação de predadores” e de “plantas exóticas invasoras”, substituindo-as por plantas endémicas .

Estas aves, com estatuto Vulnerável segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, têm um chamamento peculiar e estridente, apenas possível de escutar nos Arquipélagos dos Açores – onde tem 65 por cento da sua população mundial –, Madeira e Berlengas. No entanto, também é possível ver esta ave de passagem ao longo da costa continental.
...
Este ano, para além dos ninhos artificiais instalados na Ilha do Corvo terem sido alvo de melhoramentos significativos, o esforço conjunto de uma equipa de investigadores internacionais tem trazido à mais pequena ilha dos Açores as mais recentes tecnologias que permitam atrair novos indivíduos para as recém-criadas áreas de nidificação para esta e outras espécies.