| O lagarto que dorme nas pétalas de uma rosa |
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domingo, 11 de outubro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
"Wonderful World" - David Attenborough - BBC
What a Wonderful World
Louis Armstrong
I see trees of green, red roses too
I see them bloom for me and you
And I think to myself, what a wonderful world
I see them bloom for me and you
And I think to myself, what a wonderful world
I see skies so blue and clouds of white
The bright blessed days, the dark sacred night
And I think to myself, what a wonderful world
The colors of the rainbow, so pretty in the sky
Are also on the faces of people going by
I see friends shaking hands, saying, "how do you do?"
They're really saying, "I love you"
I hear babies cry, I watch them grow
They'll learn much more, than I'll never know
And I think to myself, what a wonderful world
Yes, I think to myself, what a wonderful world
versão do disco
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quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Implicações da expansão do Canal de Suez na biodiversidade marinha do Mediterrâneo
CienciaHoje 26/08/2015
por João Canning-Clode *
Neste momento estão inventariadas 700 espécies introduzidas no Mediterrâneo, mas os investigadores acreditam que metade deste número entraram via Canal de Suez. Algumas destas espécies já causaram sérios problemas de ordem económica, ecológica ou mesmo de saúde pública, como por exemplo a medusa Rhopilema nomadica que forma grandes aglomerados afectando não só o turismo como também a pesca costeira.
Um outro exemplo é o peixe Lagocephalus sceleratus que pode causar problemas de saúde devido à presença nos seus órgãos internos de uma forte neurotoxina que pode provocar vómitos, paragens respiratórias, convulsões, coma ou até mesmo a morte.
Embora reconhecendo a importância que o Canal de Suez desempenha no comércio e economias mundiais, sendo vitais para uma sociedade moderna do século XXI, existem também acordos internacionais que reconhecem a implementação urgente de regras e práticas sustentáveis para minimizar o impacto e consequências a longo prazo da introdução de espécies não-indígenas. "
Ler artigo completo aqui
*MARE – Marine and Environmental Sciences Centre, Estação de Biologia Marinha do Funchal, Cais do Carvão 9000-107 Funchal, Madeira, Portugal.
Smithsonian Environmental Research Center, Edgewater, MD 21037, USA.
Canal de Suez é uma via navegável artificial a nível do mar localizada no Egito, entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho. Permite que navios viajem entre a Europa e a Ásia Meridional sem ter de navegar em torno de África, reduzindo assim a distância da viagem marítima entre o continente europeu e a Índia em cerca de 7 mil quilômetros.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Canal_de_Suez
por João Canning-Clode *
"Um dos mecanismos de transferência (vectores) mais importantes para a redistribuição de espécies marinhas no globo é o transporte marítimo, principalmente através das águas de lastro assim como através da incrustação em cascos de navios. Este último vector de introdução de espécies é conhecido por bio-incrustação e facilita o transporte de um leque vasto de organismos marinhos: esponjas, cracas, mexilhões, briozoários, anémonas ou algas. "
...
Um factor que tem influenciado significativamente a história do transporte marítimo a nível global - e por conseguinte a história das invasões marinhas – foi a construção dos três grandes Canais de navegação marítima. O Canal de Suez no Egito foi aberto em 1869, ligando o Mar Vermelho ao Mar Mediterrâneo. Mais tarde, o Canal de Kiel foi inaugurado em 1895 estabelecendo ligação entre o Mar Báltico e o Mar do Norte.
Finalmente, depois de décadas de construção, em 1914 é aberto o Canal do Panamá permitindo a ligação entre dois grandes oceanos: Atlântico e Pacífico. Estes três Canais têm de facto facilitado a introdução de novas espécies em diferentes passagens, existindo mesmo diversos trabalhos científicos documentando muitas espécies que foram capazes de atravessar os referidos Canais.
Finalmente, depois de décadas de construção, em 1914 é aberto o Canal do Panamá permitindo a ligação entre dois grandes oceanos: Atlântico e Pacífico. Estes três Canais têm de facto facilitado a introdução de novas espécies em diferentes passagens, existindo mesmo diversos trabalhos científicos documentando muitas espécies que foram capazes de atravessar os referidos Canais.
Neste momento estão inventariadas 700 espécies introduzidas no Mediterrâneo, mas os investigadores acreditam que metade deste número entraram via Canal de Suez. Algumas destas espécies já causaram sérios problemas de ordem económica, ecológica ou mesmo de saúde pública, como por exemplo a medusa Rhopilema nomadica que forma grandes aglomerados afectando não só o turismo como também a pesca costeira.
Um outro exemplo é o peixe Lagocephalus sceleratus que pode causar problemas de saúde devido à presença nos seus órgãos internos de uma forte neurotoxina que pode provocar vómitos, paragens respiratórias, convulsões, coma ou até mesmo a morte.
Embora reconhecendo a importância que o Canal de Suez desempenha no comércio e economias mundiais, sendo vitais para uma sociedade moderna do século XXI, existem também acordos internacionais que reconhecem a implementação urgente de regras e práticas sustentáveis para minimizar o impacto e consequências a longo prazo da introdução de espécies não-indígenas. "
Ler artigo completo aqui
*MARE – Marine and Environmental Sciences Centre, Estação de Biologia Marinha do Funchal, Cais do Carvão 9000-107 Funchal, Madeira, Portugal.
Smithsonian Environmental Research Center, Edgewater, MD 21037, USA.
| http://www.infoescola.com/hidrografia/canal-de-suez/ |
Canal de Suez é uma via navegável artificial a nível do mar localizada no Egito, entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho. Permite que navios viajem entre a Europa e a Ásia Meridional sem ter de navegar em torno de África, reduzindo assim a distância da viagem marítima entre o continente europeu e a Índia em cerca de 7 mil quilômetros.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Canal_de_Suez
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BIO10_U0-Diversidade na Biosfera,
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Animais bebés que em nada se parecem com os seus pais
Curiosidades no mundo Animal
O macaco-folha-prateado, de pele escura, é muitas vezes visto com um macaquinho bebé cor-de-laranja. A cena pode ser estranha mas é a mais natural do mundo: a cria de macaco-folha-prateado nasce com o pelo completamente diferente do dos seus pais, tal como outros animais de diversas espécies, famílias e habitats.
Veja alguns dos bebés que em nada se perecem aos seus pais – e vice-versa -, encontrados pelo Dodo.
(VER FOTOS aqui)
1.Sapo-flecha-venenoso
A foto que vê na nossa galeria é a de um progenitor a dar boleia à sua cria. O sapo-flecha-venenoso dá boleia à cria, que não tem patas, para locais mais seguros, garantindo-lhe a continuidade da vida até à fase adulta.
2.Javali
As crias de javali são completamente diferente dos pais e, na verdade, parecem um outro animal – não têm presas nem a pele escura.
3.Casuar
São precisos entre três a seis meses para que esta ave se comece a parecer com os seus pais. Com o tempo, a sua plumagem torna-se castanho-escuro e a crista, tão característica dos adultos, começa a crescer.
4.Joaninha
Todos já vimos uma joaninha ao perto, mas será que identificaríamos uma joaninha bebé? Provavelmente não, devido ao facto de esta parecer uma centopeia.
5.Canguru
O canguru nasce muito – mas mesmo muito pequeno, do tamanho de uma uva –, sem pelo e cor-de-rosa.
6.Macaco-folha-prateado
Aparentemente, este macaco pegou num filhote de uma outra espécie – ou num peluche de criança – e levou-o para a sua casa – nada mais errado: durante cinco meses. as suas crias são cor-de-laranja com mãos, pés e cara branca.
7.Flamingos
Antes de terem a sua bela plumagem cor-de-rosa, os flamingos passam por uma fase de dois anos em que são brancos e cinzentos.
8.Foca-cinzenta
Ao contrário dos seus progenitores, a foca-cinzenta é branca.
Artigo na GreenSavers
| macaco-folha-prateado |
Veja alguns dos bebés que em nada se perecem aos seus pais – e vice-versa -, encontrados pelo Dodo.
(VER FOTOS aqui)
1.Sapo-flecha-venenoso
A foto que vê na nossa galeria é a de um progenitor a dar boleia à sua cria. O sapo-flecha-venenoso dá boleia à cria, que não tem patas, para locais mais seguros, garantindo-lhe a continuidade da vida até à fase adulta.
2.Javali
As crias de javali são completamente diferente dos pais e, na verdade, parecem um outro animal – não têm presas nem a pele escura.
3.Casuar
São precisos entre três a seis meses para que esta ave se comece a parecer com os seus pais. Com o tempo, a sua plumagem torna-se castanho-escuro e a crista, tão característica dos adultos, começa a crescer.
4.Joaninha
Todos já vimos uma joaninha ao perto, mas será que identificaríamos uma joaninha bebé? Provavelmente não, devido ao facto de esta parecer uma centopeia.
5.Canguru
O canguru nasce muito – mas mesmo muito pequeno, do tamanho de uma uva –, sem pelo e cor-de-rosa.
6.Macaco-folha-prateado
Aparentemente, este macaco pegou num filhote de uma outra espécie – ou num peluche de criança – e levou-o para a sua casa – nada mais errado: durante cinco meses. as suas crias são cor-de-laranja com mãos, pés e cara branca.
7.Flamingos
Antes de terem a sua bela plumagem cor-de-rosa, os flamingos passam por uma fase de dois anos em que são brancos e cinzentos.
8.Foca-cinzenta
Ao contrário dos seus progenitores, a foca-cinzenta é branca.
Artigo na GreenSavers
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Por que razão as zebras têm riscas?
![]() |
| GreenSavers |
![]() |
| http://rsos.royalsocietypublishing.org/content/2/1/140452#sec-2 |
A Natureza tem dezenas, centenas ou milhares de questões por resolver, em fase de descoberta ou que até ainda não sabemos que se irão colocar. No entanto, existe uma que, apesar de aparentemente pouco interessante, continua a deixar os cientistas confusos: por que razão têm as zebras riscas?
Até agora existiam três teorias: a da camuflagem, a da função social e a da higiene e bem-estar – afastar os insectos. Esta semana, porém, uma quarta teoria foi lançada à comunidade científica: as riscas das zebras são importantes para regular a temperatura dos animais.
O estudo já está disponível no site da Royal Society Open Science e não só faz sentido como está bem argumentado. Veja as quatro teorias existentes para as riscas das zebras.
1.Camuflagem
Muitos acreditam que o propósito das riscas é enganar os predadores. Durante o dia, elas criam uma ilusão para os leões, um dos principais predadores de zebras, “proibindo-os” de perceberem a sua velocidade, tamanho ou trajectória. Curiosamente, Charles Darwin achava esta teoria pouco provável, ainda que a base faça algum sentido.
2.Função social
As riscas são bonitas, pelo que podem ajudar as zebras a tomarem decisões sensíveis sobre acasalamento – e os machos têm riscas muito mais elaboradas que as fêmeas. Apesar de ser a mais romântica, esta teoria é pouco plausível.
3.Evitar mordidelas de insectos
Esta teoria afirma que a principal função das riscas é evitar as mordidas dos insectos parasitas, uma vez que as moscas evitam pousar nelas. A teoria tem ganho adeptos com o tempo. Um estudo recente sobre moscardos demonstrou que eles preferem pousar em cores uniformes e não em riscas.
4.Regulação térmica
É a nova teoria, que explica que as riscas pretas tornam-se mais quentes que as brancas, o que leva o ar a circular na pele do animal. O estudo aqui publicado demonstra que a temperatura “pode prever quais os padrões das riscas da zebra em todo o continente africano”.
Foto: Stig Nygaard / Creative Commons
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Artigos relacionados:
Há três espécies de zebras:
As três pertencem ao género Equus, junto com outros equídeos vivos ( da família Equidae).
1. Equus grevyi (Oustalet, 1882) – Zebra-de-grevy / Grevy’s Zebra
2. Equus quagga (Boddaert, 1785), sinônimo: Equus burchellii – Zebra-das-planícies ou zebra-comum / Plains Zebra or Burchell’s Zebra
3. Equus zebra (Linnaeus, 1758) – Zebra-das-montanhas / Mountain Zebra
Atualmente reconhecem-se seis subespécies da zebra-comum...
ler mais aqui em Girafamania (visitado em 2015-01-26)
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
População de tartarugas gigantes das Galápagos está a recuperar
"A tartaruga gigante das Galápagos pode chegar a pesar 250 quilos e viver mais de um século. Contudo, desde a década de 1960 que estas tartarugas estão em perigo de extinção. Na ilha de Española – uma das mais antigas do arquipélago – tinha até há bem pouco tempo apenas 15 exemplares, 12 fêmeas e três machos.
Com tão poucos exemplares, Española era a ilha do arquipélago com menos tartarugas gigantes, principalmente devido à introdução de cabras selvagens naquele ecossistema há mais de 100 anos. As cabras superaram as tartarugas na competição pelos cactos da ilha, um dos alimentos preferidos destes répteis. Porém, graças a cinco décadas de esforços conservacionistas, a espécie recuperou e apresenta agora uma população de mais de 1.000 animais. "
Artigo Relacionado
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sábado, 3 de janeiro de 2015
Nova espécie de rã dá à luz girinos
Há vários anos que os cientistas procuravam esta rã por suspeitarem que possuía este comportamento único. Agora, esta nova espécie de anfíbio com presas – baptizada com o nome científico de Limnonectes larvaepartus - foi descrita cientificamente pela primeira vez num estudo publicado na revista científica Plos One.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Castanheiros de Penedono
| Ouriço com castanhas |
| Souto de castanheiros (Castanea sativa)
O castanheiro é uma árvore de folha caduca que pode atingir mais de um milhar de anos de idade. As suas folhas têm entre 10 a 20 centímetros, são dentadas, mais claras na página inferior e translúcidas quando trespassadas pela luz solar. Os seus frutos são as conhecidas e apreciadas castanhas.
Aos 8, 10 anos de idade, o castanheiro já dá fruto, no entanto só depois dos 20 é que a frutificação passa a ser um fenómeno regular. A sua produção mantém-se elevada mesmo quando já está em idade avançada (o que significa 600 anos de idade ou mais). Até aos 50 a 60 anos de idade, o seu crescimento é bastante rápido, retardando depois até ao fim da vida. Pode atingir os 45 metros de altura e a sua copa pode chegar aos 30 a 40 metros de diâmetro.
...
Regeneração/Reprodução
Ambos os tipos de castanheiro (bravo e manso) podem ser criados em viveiros e ambos nascem a partir do fruto - a castanha. A diferenciação dá-se por volta dos 3-4 anos de vida, quando para obter um castanheiro manso é necessário proceder à enxertia de um bravo.
No caso de se optar pela enxertia, ela tanto pode ser efectuada no viveiro como depois da plantação. Outra técnica utilizada na regeneração dos castanheiros é a da multiplicação vegetativa com estacaria de árvores previamente seleccionadas e resistentes às pragas.
ler mais aqui:
|
| Castelo de Penedono |
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Novas espécies de animais marinhos em forma de cogumelo
...
Apesar das semelhanças com as medusas (filo Cnidaria) e as água-vivas-de-pente (filo Ctenophora) os dois organismos não partilham as suas características distintivas, por exemplo os cnidócitos dos Cnidários e os cílios (filamentos) dos Ctenóforos, referem os autores no artigo científico.
notícia completa AQUI
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
"A Natureza no seu melhor"
"Podem parecer insectos felizes ou zangados devido às marcas que carregam nos dorsos e que se assemelham a desenhos de faces humanas. Porém, estes padrões coloridos são essenciais para a sobrevivência dos insectos na natureza.
Os predadores associam estas formas coloridas a veneno e, devido a esta protecção ilusória, os insectos têm menos probabilidades de serem comidos por outros animais."
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domingo, 6 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Espanha perdeu 10 milhões de andorinhas desde 2004
"Milhares de andorinhas que regressam à Europa na Primavera, vindas do continente africano, onde se abrigaram durante o Inverno, estão em perigo, de acordo com a Sociedade Cientifica de Conservação SEO/Birdlife."
“O uso intensivo de insecticidas na agricultura mata o principal alimento das andorinhas – pulgões e insectos voadores”, observa o técnico da Sociedade Espanhola de Ornitologia, Blas Molina.
Actualmente, já não se lavra a terra com antigamente. Para economizar custos, os insecticidas e herbicidas são pulverizados, refere o El País.
“Eles matam tudo, e se não há plantas, não há insectos. E se não há insectos, não há pássaros”, acrescenta Molina, referindo também que, “nas cidades, os ninhos destas espécies são abatidos devido aos seus excrementos, o que causa uma série de prejuízos, pois as andorinhas são forçadas a abandonar os seus locais preferidos para a reprodução”.
Segundo o El País, desde 2004 que têm desaparecido em Espanha, por ano, cerca de um milhão de andorinhas – de 30 milhões passaram para 20 milhões em 2014."
Publicado em 02 de Abril de 2014.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Esquilo-vermelho de regresso a Portugal após extinção de séculos
http://greensavers.sapo.pt/2014/03/20/esquilo-vermelho-de-regresso-a-portugal-apos-extincao-de-seculos-com-fotos/
"Centenas de anos depois de ter sido dado como extinto em Portugal, o esquilo-vermelho está de regresso ao país, depois de uma expansão a partir da Galiza, em Espanha, nos anos 80. Em 2000, o animal já se encontrava distribuído por todo o norte do país até ao rio Douro, e hoje há já registos de esquilos-vermelhos quase até ao rio Tejo.
De acordo com a bióloga Rita Gomes Rocha, da Universidade de Aveiro (UA), ainda não se sabe, contudo, exactamente até onde é que esta espécie ocorre. A bióloga da UA, que está a estudar a expansão daquela espécie no país, lança um apelo para que sejam comunicados os avistamentos de animais e de vestígios da sua presença: “se vir um esquilo não deixe de nos dizer onde o encontrou”.
Os registos podem ser enviados para a página no Facebook.
...
A bióloga descreve o esquilo como “um simpático roedor, com uma cauda bastante felpuda e que pode ser avistado nas florestas portuguesas, principalmente na copa das árvores. Apesar do seu nome esquilo vermelho, a coloração varia bastante, desde acastanhada a totalmente preta”.
...
"A bióloga pede também para serem relatados indícios da sua presença, tal como pinhas roídas no chão das florestas, com um padrão peculiar, pois os animais deixam as escamas do topo, que formam um pequeno tufo, e são bastante fáceis de reconhecer."
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Azevinho, um símbolo natalício ameaçado
| azevinho (Ilex aquifolium L.) |
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http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013
O frágil ecossistema de uma das borboletas mais raras do País
"A borboleta-azul é uma espécie frágil e com baixa tolerância a variações no ecossistema. Com um ciclo de vida único, precisa de condições ecológicas específicas para se reproduzir."
http://videos.sapo.pt/8e2zJZVggEckerHnkY0e
http://videos.sapo.pt/8e2zJZVggEckerHnkY0e
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Dia das Bibliotecas Escolares
Dos trabalhos da turma 10º1ª relativos aos marcadores subordinados ao tema "Espécies em risco em Portugal" a oferecer hoje à BIBLIOZARCO, destaca-se este sobre a Borboleta Azul.
Parabéns João!
Borboleta Azul - Maculinea alcon
"A Flor, a formiga e a borboleta ameaçada"
A borboleta azul de montanha, é uma borboleta ameaçada
Em Portugal, a Maculinea alcon, a borboleta azul de montanha, é uma borboleta ameaçada. Ela vive numa relação de equilíbrio complexo com uma espécie de formiga, uma planta e o Homem. Em toda a Europa é uma borboleta muito ameaçada. É no norte de Portugal, nas Serras do Alvão e do Marão, que ainda podemos ter o prazer de observar populações viáveis desta pequena borboleta.
Uma importante população de M. alcon sobrevive ainda em Lamas de Olo no Parque Natural do Alvão. Aqui se filmou todo o seu ciclo de vida, desde o ”enganar” as formigas, que guardam e alimentam as suas lagartas durante o Inverno,... ao acasalamento e postura de ovos. O documentário acompanha também o trabalho e o esforço de Ernestino Maravalhas para estudar e perceber estas estranhas relações ecológicas que passam despercebidas à maioria das pessoas.
Um documentário onde a ciência e a vida desta maravilhosa borboleta se cruzam com aqueles que a rodeiam, a estudam, a ignoram, sempre com a perspetiva do que poderemos fazer por esta pequena borboleta azul.
Um documentário onde a ciência e a vida desta maravilhosa borboleta se cruzam com aqueles que a rodeiam, a estudam, a ignoram, sempre com a perspetiva do que poderemos fazer por esta pequena borboleta azul.
domingo, 13 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Espécies ameaçadas em Portugal
Marcador de livros sobre as espécies ameaçadas em Portugal
Entrega do projeto em papel A4 normal termina a 15 de Outubro
(Orientações no Moodle)
![]() |
| "O mais ameaçado gato do mundo" www.linceprateado.com.sapo.PT |
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Zarquices
Mutualismo, cooperação ou oportunismo? ou Simbiose
| Líquen |
Organismos de grupos muito distintos estabelecem por vezes relações complexas entre si, nalguns casos de total interdependência. As formas de cooperação, pelo menos aparente, são dos resultados mais fascinantes da evolução da vida.
ler mais
Consulte também: Relações Bióticas
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