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domingo, 20 de setembro de 2015

Noite Europeia dos Investigadores

"A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia, no âmbito das Acções Marie Curie, e pretende celebrar a Ciência e de a aproximar dos cidadãos.
Acontece em várias cidades europeias na última sexta-feira de setembro, e este ano será no dia 25 de setembro.
O objetivo principal é quebrar as barreiras que separam a Ciência dos cidadãos e desmistificar a imagem do cientista distante e inacessível. É uma oportunidade de divulgar o trabalho desenvolvido pelos nossos investigadores bem como realçar a importância de uma comunicação eficiente dos centros de investigação junto da sociedade.
As atividades desenvolvem-se nas cidades de Lisboa e de Coimbra e o público poderá circular entre vários espaços e participar nas inúmeras atividades preparadas por diversos centros e laboratórios de investigação."
 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

CMIA mudou de instalações

Imagem digitalizada da revista PDM (Plano Diretor Municipal - C.M. Matosinhos) enviada aos munícipes (julho 2015).

Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA)

 
23 de Julho de 2015
Novas instalações agora na Biblioteca Municipal Florbela Espanca.
"Os oceanos detêm cerca de 97% da água existente na terra e possuem mais de 90% da biodiversidade do mundo.
O mar e a investigação marítima ilustram, por isso, o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Matosinhos (CMIA), que, a partir de hoje, está localizado no edifício da Biblioteca Municipal Florbela Espanca.
As anteriores instalações, junto ao Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, acolhem agora o Posto de Turismo de Matosinhos.
O CMIA resulta de um protocolo celebrado com o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR) com o objetivo de implementar um centro de divulgação científica, educação ambiental e monitorização ambiental na área do mar."
notícia completa aqui

Visite a exposição: "Mar Sem Fim: A derradeira aventura da exploração oceânica"

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Revista de Ciência Elementar


 Publicado o primeiro número da Revista

"A Revista de Ciência Elementar (RCE) é mais um passo no crescimento e sustentabilidade deste projeto da Fundação Calouste Gulbenkian, a Casa das Ciências – Portal Gulbenkian para Professores, com o mesmo objectivo de sempre ou seja, contribuir para a melhoria da qualidade do ensino das Ciências em Língua Portuguesa.
Dirigida a professores e alunos, bem como ao público em geral, esta revista recupera, por um lado, os contributos que os diferentes componentes do portal têm vindo a recolher ao longo dos últimos anos e, por outro lado, publica os melhores artigos que entretanto nos forem chegando, destinados fundamentalmente a clarificar, esclarecer e desenvolver conceitos de Ciência Elementar, sobretudo os que se encontram diretamente associados aos programas do Ensino Básico e Secundário."

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Entre erupções vulcânicas na Festa da Ciência

Escola de Ciências da UMinho abre as portas com diferentes actividades

2011-05-12

Por Marlene Moura
O complexo pedagógico II do Campus de Gualtar encheu-se, ontem, de fumo, lava e erupções vulcânicas efusivas, explosivas e mistas. Ao segundo dia da 1ª edição da Festa da Ciência, organizada pela Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), a tarde foi dominada por 55 equipas de alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico que participaram no concurso «Vamos fazer um Vulcão», cujo objectivo foi apresentar modelos em três dimensões (3D) e demonstrarem uma erupção. Os melhores projectos – avaliados segundo a construção, materiais utilizados, aspecto estrutural e estético e erupção – receberam prémios.
"Este é um tipo de vulcanismo havaiano efusivo", explicam ao «Ciência Hoje» (CH) João Graça e Ricardo Pereira, da equipa TJ da Escola EB23 Real, ladeando um modelo construído a partir de “material totalmente reciclado”. “O motor faz girar o sumo [representativo da lava] e ela começa a derramar”, assinala o primeiro. O vulcão do grupo TJ era de papel de celofane, ligado a um dispositivo electrónico dotado de uma bateria.

Mais à frente, a equipa número 28, da Escola Secundária de Amares, decidiu representar uma actividade mista, com acendalhas e serrim para promover o fumo e os vapores. No interior do cone, os alunos de Raquel Antunes, professora de Ciências Naturais, misturaram “bicarbonato de sódio e vinagre” e a reacção produzida previa “libertar gás (dióxido de carbono), simulando o fumo expelido pelo vulcão”, referiu.
A escola já tem vindo a lançar reptos semelhantes ao público mais novo. No entanto, este ano, o nome pretende marcar uma nova tradição em Braga. Uma das pretensões, segundo Estelita Vaz, presidente da ECUM, é tornar este evento “num futuro festival”, com actividades internacionais.
“Esta ideia de componente lúdica, por detrás da ciência é muito positiva” e leva os mais pequenos a verem a ciência “de forma festiva” sem deixar que perca o sentido, contou ao CH. “Nos dias de hoje, a cultura tem forçosamente de ser completada com ciência”, sublinhou. “Queremos lembrar a intervenção da ciência no nosso dia-a-dia”.

Explicação racional




Nem sempre o caminho mais curto é o mais rápido. É possível circular numa bicicleta com rodas quadradas. Numa mala quadrangular cabem mais cubos se não estiverem alinhados. Todas estas afirmações dependem de explicações matemáticas, assegurou Teresa Malheiro, docente do Departamento de Matemática e Aplicações da ECUM.

“Um triciclo circula com rodas quadradas desde que o terreno não seja plano e que o comprimento de cada lado seja equivalente ao do arco da catenária invertida”, explicou a docente.

A exposição interactiva dedicada a esta área do raciocínio lógico e abstracto foi levada pela enchente e pela curiosidade. Uma das alunas presentes, Catarina Pereira, não desiste e garante que cabem mais cubos dentro da caixa se estes estiverem desalinhados.
Segundo a docente, os alunos do 1º ciclo mostram mais curiosidade e mais interesse nas actividades do que os do 9º ano. A matemática é ainda vista como “um bicho-de-sete-cabeças e a iniciativa pretende contrariar a ideia”. A motivação perde-se, muitas vezes, pelo caminho e segundo, Teresa Malheiro, ocorre essencialmente “na passagem para o terceiro ciclo”.
continua

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

«Ardi», a nova antepassada humana

'Ardi'
Fóssil de antepassado humano revelado


Catalogação do esqueleto encontrado na Etiópia demorou 17 anos, mas esta pode ser a chave para compreender melhor a evolução humana.
Tem 4,4 milhões de anos, chama- -se Ardipithecus ramidus e pode ser mais um dos antepassados do homem, diz a equipa de investigadores da Universidade da Califórinia que estudou o fóssil na Etiópia.
Apesar de não estar directamente na linha evolutiva do homem, o Ardi ( nome dado ao esqueleto parcial de uma fêmea) oferece novas informações sobre a forma como a espécie humana evoluiu do antepassado que partilha com o chimpanzé, dizem os investigadores.
O fóssil do Ardipithecus ramidus foi encontrado pela primeira vez na Etiópia em 1992, mas foram precisos mais 17 anos para compreender a sua importância. A equipa internacional recolheu ossos importantes, como o crânio com dentes, braços, mãos, pélvis, pernas e pés. Também foram encontrados outros fragmentos de osso que pertencem a 36 indivíduos diferentes, incluindo jovens, machos e fêmeas.
"Demoramos muitos anos a limpar os ossos no Museu Nacional da Etiópia e depois a restaurar o esqueleto para as suas dimensões e forma original", diz Tim White, da Universidade da Califórnia, citado pela BBC, que demorou algum tempo a "comparar os fósseis com outro encontrados em África".
Algumas das características do animal são próprias do homem moderno (caminhava em dois pés) mas outras são encontradas no chimpanzé (tinha os pés chatos o que não lhe permitia percorrer longas distâncias). "Este não é um fóssil qualquer. Não é um chimpanzé. Não é um humano. Mostra-nos como costumávamos ser", terminou.

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1378589


A investigação revela que ao contrário do que se pensava, não há um antepassado comum com o chimpanzé.
http://diario.iol.pt/artmedia.html?id=1093119&pagina_actual=1&tipo=2&mul_id=13170172

Um esqueleto de uma fêmea de hominídeo primitivo que viveu há 4,4 milhões de anos demonstra que os humanos não evoluíram do antepassado comum aos homens e aos chimpanzés.
A investigação revela que ao contrário do que se pensava, não há um antepassado comum para as duas espécies, mas sim dois. Assim, os humanos descendem de uma espécie e os grandes símios provêm de outra. A pesquisa indica ainda que os chimpanzés não são um modelo desse misterioso antepassado, e que foram os símios africanos que evoluíram bastantes desde os tempos do último antepassado comum. Esta investigação põe em causa o decorrer da evolução humana e está a provocar um debate internacional.
O estudo, que demorou 17 anos a analisar e a recuperar achados de um esqueleto descoberto na região de Afar, na Etiópia, foi publicado na revista científica «Science» através de 11 artigos. O esqueleto descoberto, não é o misterioso antepassado comum, mas deverá ser bastante parecido. Os 47 cientistas de 10 países apelidaram este novo hominídeo de Ardipithecus ramidus, «Ardi». Estes hominídeos são menos evoluídos que os Australopithecus.
Ardi viveu há 4,4 milhões de anos, media cerca de um metro e vinte centímetros e pesava 50 quilos. Durante o estudo os cientistas descobriram também milhares de ossos de dezenas de animais e plantas e conseguiram reconstituir o habitat natural deste hominídeo. Ardi vivia em grupo numa paisagem de floresta com cascatas de água doce, com palmeiras, figueiras e lódãos.
Os hominídeos Ardipithecus, ao contrário do que se pensava, e sugerido pela anatomia dos pés, caminhavam erguidos e apoiados pelas duas pernas. A morfologia dos dentes indica que Ardi tinha uma dieta diferente dos símios africanos e que era uma «trepadora prudente». Isto é, trepava às árvores, mas deslocava-se de gatas pelos ramos. Estes dados vêem refutar as ideias pré-existentes sobre o antepassado comum para as duas espécies. A investigação diz mesmo que os chimpanzés não são um bom modelo desse antepassado, mas que os humanos poderão ser o melhor exemplo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Células eucariotas surgiram após oxigenação

Redução de níquel nos oceanos fez aparecer formas complexas de vida O aumento da concentração de oxigénio na atmosfera que permitiu o aparecimento das formas complexas de vida deveu-se a uma redução da quantidade de níquel na Terra há 2,4 mil milhões de anos. Esta é a conclusão de um estudo de investigadores norte-americanos e canadianos hoje publicado na revista Nature. Segundo os cientistas, a oxigenação "alterou de forma irremediável o ambiente à superfície da Terra e tornou possível as formas de vida avançadas", segundo Dominique Papineau, do Laboratório de Geofísica do Instituto Carnegie e co-autor do estudo.Naquela época, a vida na Terra limitava-se a organismos simples, os archea e as bactérias. Só depois da oxigenação da atmosfera surgiram os eucariotas, terceiro grande ramo da árvore da vida a que pertencem todas as plantas e animais pluricelulares. Os investigadores já sabiam que o aumento da concentração de oxigénio se deveu ao declínio rápido do nível de metano na atmosfera, mas desconheciam a causa. Ao analisar formações rochosas anteriores a 2,4 mil milhões de anos, a equipa de Kurt Konhauser, da Universidade de Alberta em Edmonton, no Canadá, constatou que os níveis de níquel caíram bruscamente pouco antes de o oxigénio se tornar mais abundante. Organismos consumiam níquel Antes da oxigenação, a vida era dominada pelos metanogenes, organismos unicelulares que rejeitam metano em grandes quantidades e impedem a concentração do oxigénio na atmosfera. Para metabolizar o metano, esses organismos consumiam níquel, que há 2,7 mil milhões de anos estava presente à superfície do planeta em quantidade 400 vezes superior à que se regista actualmente. Há 2,5 mil milhões de anos, a quantidade de níquel já tinha baixado para metade e algumas centenas de milhões de anos depois os metanogenes estavam em declínio, por falta de nutrientes. Esse declínio abriu caminho à multiplicação das cianobactérias, e depois ao aparecimento de organismos mais complexos, entre os quais, várias centenas de milhões de anos depois, os eucariotas. Os cientistas pensam que a diminuição da quantidade de níquel à superfície da Terra se deveu a uma alteração de temperatura no manto que provocou uma diminuição dos fluxos de lava ricos em níquel do interior do planeta para os oceanos.
:: 2009-04-08

sexta-feira, 20 de março de 2009

DARWIN 2009

Os vídeos que o «Ciência Hoje» agora apresenta, retirados da transmissão em directo feita pela CvTv, são prova de que todos os elogios feitos aos jovens e aos professores não foram exagero.

As provas da final disponíveis em vídeo

Vídeos da Final