Há vários anos que os cientistas procuravam esta rã por suspeitarem que possuía este comportamento único. Agora, esta nova espécie de anfíbio com presas – baptizada com o nome científico de Limnonectes larvaepartus - foi descrita cientificamente pela primeira vez num estudo publicado na revista científica Plos One.
Mostrar mensagens com a etiqueta Bio11-U6 - Reprodução. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bio11-U6 - Reprodução. Mostrar todas as mensagens
sábado, 3 de janeiro de 2015
Nova espécie de rã dá à luz girinos
Etiquetas:
Bio11-U6 - Reprodução,
Biodiversidade,
Espécies Novas
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Aula Prática - Estudo dos ciclos de vida das Plantas (Haplodiplontes)
Reino Plantae
Musgo - (Divisão - Bryophyta) Plantas Avasculares sem tecidos condutores
| Tapete de musgos num muro perto da Zarco |
| Gametófito do Musgo (Lupa binocular ) |
| Folha do Polipódio com esporângios (soros) vista à Lupa binocular |
| Esporângios do polipódio (Lupa Binocular 35X) |
| Esporângios do Polipódio observados ao M.O. |
| Esporos dentro do esporângio aberto |
Esporângios pedunculados e esporos ( em evidência o anel mecânico com células de paredes espessadas em U) |
| Esporo do polipódio (M.O.600x) (Fotos mclameiras) |
![]() |
| Ciclo de vida de um Feto |
*Ciclo haplodiplonte - Pelo facto de terem meiose ser pré-espórica, as plantas, apresentam um ciclo de vida com alternância de gerações que coincide com a alternância de fases nucleares, isto é, apresentam uma entidade multicelular diploide (2n - diplofase) - o esporófito, produtor de esporos que alterna com um gametófito, entidade multicelular haploide (n - haplofase) produtora de gâmetas.
Ciclo de vida de um ser decorre desde o momento em que se forma até ao momento em que produz descendentes.
Etiquetas:
Aula Prática,
Bio11-U6 - Reprodução,
Ciclos de Vida,
Feto,
Fotos_Lupa,
Musgo,
Plantas
domingo, 16 de novembro de 2014
Partenogénese em cobras!
15-nov-2014 Greensavers
"A natureza tem coisas espectaculares: pela primeira vez na história da ciência, uma cobra fêmea da espécie Malayopython reticulatus engravidou sem ter relações sexuais com um macho.
Segundo conta o Planeta Sustentável, Thelma, de 11 anos, 90 quilos e seis metros, vivia no Zoo de Louisville com outra fêmea, Louise, e nunca havia tido contacto com machos. No Verão de 2012, ela pôs 61 ovos, o que não é anormal, uma vez que não é incomum que cobras tenham ovos inférteis.
Impressionados com a aparência dos ovos — geralmente os inférteis são murchos e sem cor, e aqueles tinham aparência saudável — a equipe do zoológico recolheu os ovos e colocou-os numa incubadora. Surpreendentemente, em Setembro de 2012 os filhotes começaram a nascer.
Quando todos já haviam trocado de pele, os resíduos resultantes foram submetidos a um teste de DNA na Universidade de Tulsa, em Oklahoma, Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que todos os seis bebés tinham sido fruto de uma concepção “imaculada”, sem contribuições genéticas de um macho.
A partenogênese*, processo de reprodução assexuada, ocorre em muitas plantas, insectos e até mesmo em vertebrados, como alguns tipos de lagartos. Mas este é o primeiro registo do caso entre a espécie Malayopython reticulatus, conhecida por ser a cobra mais comprida do mundo.
No caso de Thelma, uma porção de células chamadas polócitos fizeram o papel do esperma, fundindo-se com o óvulo e desencadeando o processo de divisão celular. Por isso, seus bebés têm apenas metade do seu material genético idêntico ao da mãe.
*PartenonVeja, abaixo, um vídeo sobre a história da cobra:
Etiquetas:
Bio11-U6 - Reprodução,
filmes,
Partenogénese,
Reprodução Assexuada
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Castanheiros de Penedono
| Ouriço com castanhas |
| Souto de castanheiros (Castanea sativa)
O castanheiro é uma árvore de folha caduca que pode atingir mais de um milhar de anos de idade. As suas folhas têm entre 10 a 20 centímetros, são dentadas, mais claras na página inferior e translúcidas quando trespassadas pela luz solar. Os seus frutos são as conhecidas e apreciadas castanhas.
Aos 8, 10 anos de idade, o castanheiro já dá fruto, no entanto só depois dos 20 é que a frutificação passa a ser um fenómeno regular. A sua produção mantém-se elevada mesmo quando já está em idade avançada (o que significa 600 anos de idade ou mais). Até aos 50 a 60 anos de idade, o seu crescimento é bastante rápido, retardando depois até ao fim da vida. Pode atingir os 45 metros de altura e a sua copa pode chegar aos 30 a 40 metros de diâmetro.
...
Regeneração/Reprodução
Ambos os tipos de castanheiro (bravo e manso) podem ser criados em viveiros e ambos nascem a partir do fruto - a castanha. A diferenciação dá-se por volta dos 3-4 anos de vida, quando para obter um castanheiro manso é necessário proceder à enxertia de um bravo.
No caso de se optar pela enxertia, ela tanto pode ser efectuada no viveiro como depois da plantação. Outra técnica utilizada na regeneração dos castanheiros é a da multiplicação vegetativa com estacaria de árvores previamente seleccionadas e resistentes às pragas.
ler mais aqui:
|
| Castelo de Penedono |
Etiquetas:
Bio11-U6 - Reprodução,
Biodiversidade,
Multiplicação vegetativa,
Portugal
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Reprodução Assexuada por Bipartição
Paramécia em divisão
(Protozoários - Eucariontes Unicelulares Heterotróficos)
Reino PROTISTA
mclameiras (aula prática 2008-02-18)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Cientistas descobrem mecanismo que induz diferenciação entre abelha rainha e obreiras
CienciaHoje
2011-04-26
2011-04-26
![]() |
Rainha alimenta-se de geleia real ao longo de toda a vida
|
Fonte: http://www.animalshow.hpg.ig.com.br/curiosidade.htm
Uma larva de abelha fêmea (Apis mellifera) pode transformar-se numa obreira estéril ou numa rainha, que é duas vezes maior do que as demais e pode atingir os 25 anos. Além disso, esta tem uma evolução mais rápida e põe os ovos fecundados, que dão origem às obreiras, e os não fecundados, dos quais nascem as abelhas macho, os zangões.
Sabe-se que o dimorfismo das abelhas fêmeas, que se dividem em duas castas, não depende de diferenças genéticas, mas que está relacionado com a ingestão da geleia real, embora não se conhecessem, até então, o ingrediente activo e os mecanismos que regulam esta diferenciação.
Um estudo publicado na “Nature” revela agora que uma das proteínas da geleia real, designada por "royalactin" em inglês, é o composto activo que transforma uma larva de abelha em rainha. A geleia real é uma substância segregada pelas obreiras entre os cinco e 15 dias, após o consumo de pólen e mel. Serve de alimento a todas as larvas de abelhas, mas, na idade adulta, é exclusivo da rainha.
Masaki Kamakura, investigador da Universidade de Toyama, no Japão, dirigiu a equipa de investigadores que fez a descoberta relatada na "Nature". Através de experiências com moscas da fruta (Drosophila melanogaster), os cientistas conseguiram verificar que a proteína "royalactin" activa processos responsáveis pelo aumento do tamanho do corpo da abelha rainha e pela aceleração do seu desenvolvimento.
Estes foram produzidos nas moscas da fruta que se alimentaram de geleia real, adquirindo assim algumas características das abelhas rainha. Para além de crescerem mais, tornaram-se mais férteis e viveram mais tempo.
Etiquetas:
Bio11-U6 - Reprodução
Subscrever:
Mensagens (Atom)


